9 dez 2005 - 20h40

Evaristo analisa os grupos da Copa do Mundo 2006

O técnico do Atlético Paranaense, Evaristo de Macedo, viu com bons olhos a definição do Grupo F, o grupo do Brasil, para a Copa de 2006. Ao analisar os adversários, Croácia, Austrália e Japão, Evaristo foi cauteloso, mas assumiu o favoritismo brasileiro. ‘Eu acho que uma das vagas é do Brasil. Temos todas as condições de avançar’, disse.

Sobre o sorteio, Evaristo preferiu não fazer prognósticos , em relação aos cruzamentos. ‘Penso acho que esse negócio de escolher adversários… a gente não sabe como vêm as equipes. Em 6 meses, muita coisa acontece, até a Copa as seleções podem vir diferentes’. Para o treinador do Atlético, ‘o Brasil caiu numa chave em que a Austrália e Croácia não se apresentam mal e o Japão é uma incógnita’, analisou.

Considerando a Seleção favorita, Evaristo não quis apontar com segurança quem ficaria com a segunda vaga, mas deixou transparecer uma pequena opção pela Austrália. ‘É uma seleção que ganhou do Uruguai, é um futebol forte.’

Já sobre o time de Zico, o Japão, o treinador disse: ‘É de mais velocidade, pouca técnica. Sempre jogam dentro do habitat (da região), não cruzam com americanos, europeus, com tanta frequência’.

Evaristo, que foi ídolo no Real Madrid e no Barcelona, ambos da Espanha, também falou sobre o Grupo H, o grupo dos espanhóis. ‘A Espanha tem um grupo bom, com Ucrânia, Tunísia e Arábia.’ Para ele, outra seleção que levou sorte foi a França. ‘Também ficou com um grupo bom.’ Os franceses enfrentarão Suíça, Coréia do Sul e Togo.

Sobre os demais grupos, Evaristo destacou a força do grupo da Argentina, o Grupo C. Entretanto, não ficou em cima do muro. ‘Esse grupo têm favoritos, Argentina e Holanda’, disparou. O técnico falou também da força de Sérvia e Montenegro: ‘a Sérvia tem bons jogadores, vindos da Yugoslávia, é um futebol de técnica e força’. Sobre Costa do Marfim e os demais grupos, inclusive os possíveis cruzamentos do Brasil na segunda fase, Evaristo voltou ao discurso padrão: ‘São seis meses até a Copa. Vamos deixar acontecer’, encerrou.



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