23 dez 2005 - 10h58

Fisiologia do Atlético vira modelo para Corinthians

Transformar um jogador franzino em um atleta que alia força e velocidade. Aparentemente, o trabalho parece uma espécie de mágica que junta medicina e o mundo da bola. Porém, esse tipo de trabalho é fruto de um programa de fisiologia, bastante comum no futebol europeu. Jogadores como Ronaldinho Gaúcho, eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa, e Kaká já foram submetidos a esse tipo de trabalho.

No futebol brasileiro, o Atlético é o clube que desenvolve trabalho semelhante, coordenado pelo fisiologista Raul Osiecki. Agora, o Corinthians pretende implantar o mesmo trabalho. No Furacão, jogadores como Dagoberto e Fernandinho ganharam massa muscular e puderam conciliar mais força e velocidade em campo.

A partir de 2006, o Corinthians também passará a utilizar método semelhante ao usado pelo Atlético. “Os grandes estudiosos do futebol viram que o que decide a partida é a parte anaeróbica. Eles inverteram a base de treinamento e colocaram como fundamental a potência e isso que estou querendo demonstrar no Corinthians”, afirmou o fisiologista do clube, Renato Lotufo, ao site do Globo Esporte.

O Atlético possui hoje em seu departamento de futebol um profissional específico para planejar esse tipo de atividade. Trata-se do diretor-técnico Antonio Carlos Gomes, que atua em especial na área científica. Recentemente, os trabalhos exercidos por Antonio Carlos Gomes foram reconhecidos pelo presidente Mario Celso Petraglia, que destacou a divulgação da excelência na fisiologia, medicina, na formação de atletas e na busca de talentos do Atlético.



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