21 fev 2006 - 6h10

Manchetes atleticanas desta terça-feira

De Aloísio, existe apenas uma batalha jurídica
A novela Aloísio entra na segunda semana sem nenhuma solução à vista. Após o Atlético conseguir uma liminar na Justiça do Trabalho obrigando o São Paulo a sair de cena e o atacante a se reapresentar no CT do Caju, o clube paulista contra-ataca com uma rescisão de contrato do ano passado, além de um certificado internacional de transferência “em branco”. Papelada que o Furacão não teme, mas que põe mais lenha na fogueira.

 

Em alta, Dago pede valorização
"Quero uma valorização à minha altura." A frase dita pelo atacante Dagoberto, ontem, por telefone, à Gazeta do Povo, é a melhor explicação para o fato de a renovação com o Atlético permanecer estagnada desde o começo de janeiro – quando clube e empresários do jogador iniciaram as negociações para a prorrogação de contrato – mesmo após a excelente volta do atleta aos gramados, há duas semanas.

 

Atacantes do Furacão comemoram a goleada
Depois da goleada de 6 a 0 sobre o Francisco Beltrão, a dupla de atacantes do Atlético-PR teve muito que comemorar. O jogador Denis Marques ficou muito feliz em não decepcionar o técnico Lothar Matthaüs na segunda oportunidade dada pelo alemão.

 

Uma artilharia de 16 caras
O Atlético é o time que mais gols marcou no Campeonato Paranaense de 2006. E, entre os 20 clubes da primeira divisão do Campeonato Brasileiro, é quem tem a melhor média por jogo e o maior número de gols marcados na atual temporada, segundo levantamento do site Furacao.com. O curioso, porém, é que os atacantes da equipe não estão entre os principais responsáveis pelo êxito ofensivo. Esses jogadores marcaram apenas 11 dos 30 gols (37%) no Estadual e 12 dos 33 feitos na temporada (36%). No Brasileiro de 2005, por exemplo, os atacantes do Atlético fizeram 43 dos 76 gols (56%).

 


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