25 fev 2006 - 20h21

Arbitragem de Renato Vieira prejudicou o Atlético

A arbitragem de Renato Vieira Júnior, Divair Delfes dos Santos e Augusto Romualdo Ietka da Silva foi uma das piores dos últimos jogos do Atlético. Os profissionais não coibiram a prática de jogo violento e, de quebra, erraram em lances capitais da partida.

O problema mais evidente foi a falta de energia para coibir a violência. O atacante atleticano Dagoberto foi agredido por diversos jogadores do Iraty, que sequer foram advertidos. "Eu posso agradecer que esse jogo tenha terminado 2 a 2 e agradeço aos céus que um jogador como Dagoberto ainda estar na nossa equipe e não no hospital", disse o técnico Lothar Matthäus ao final da partida, resumindo o clima do jogo.

Na etapa final, o segundo assistente anulou dois gols do Atlético. Em pelo menos um lance (o gol de Alan Bahia) não havia qualquer irregularidade passível de invalidar o tento rubro-negro. No final da partida, Renato Vieira Júnior indicou ao quarto árbitro Eduardo Alexandre da Mota Aust que concederia mais três minutos de acréscimo em função das paralisações ocorridas durante a segunda etapa. Porém, não foi o que ocorreu. Aos 48 minutos, Renato Vieira não terminou a partida. Deixou o jogo correr até o Iraty empatar a partida, aos 49, com um gol marcado por Bruno em posição duvidosa. O jogo só acabou aos 50 minutos.

Histórico

Renato Vieira Júnior é considerado um dos árbitros da "nova geração" do quadro de arbitragem da FPF. Até este sábado, nunca havia apitado um jogo profissional do Atlético. Mesmo assim, já tinha um histórico de confusões.

Em 2004, ele apitou o primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paranaense de Juniores entre Paraná e Atlético, que acabou em pancadaria. Os erros começaram com a injusta expulsão do zagueiro Lucas Piasentin, aos 4 minutos do segundo tempo. No final da partida, o atacante Ricardinho cometeu uma falta e foi agredido por vários jogadores paranistas. O árbitro ficou no meio da confusão, sem pulso para reprimir a conduta violenta dos atletas.



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