6 mar 2006 - 20h34

Presidente da arbitragem critica atitude de Heber

A atitude do árbitro Heber Roberto Lopes em proibir a permanência do intérprete Klaus Junginger no banco de reservas do Atlético no jogo de ontem, quando o Atlético goleou o Cianorte, foi criticada pelo presidente da Comissão de Arbitragem, Afonso Vitor de Oliveira. Para ele, faltou bom senso ao árbitro paranaense.

A confusão começou antes mesmo do apito inicial, quando Héber se dirigiu ao técnico Lothar Matthäus e pediu a saída do intérprete. Com isso, quem auxiliou o alemão durante a partida foi o médico atleticano Marco Pedroni, que fala italiano, uma das línguas dominadas pelo treinador. Já Klaus, assistiu a partida de dentro do ônibus atleticano. De acordo com o regulamento do Campeonato Paranaense 2006, é autorizada a permanência de 11 pessoas no banco de reservas, composto por sete atletas, técnico, preparador físico, massagista e médico. Com a presença de Klaus, o Atlético ficou com uma pessoa a mais no banco.

Na opinião de Oliveira, o árbitro não errou, mas lhe faltou bom senso. “Ele não errou, não está na lei permitir o intérprete no banco de reservas. Mas acho que faltou bom senso, pois o rapaz é um funcionário do Atlético e até agora não houve problema. Não traz nenhum prejuízo para o espetáculo. Se eu fosse o árbitro da partida teria permitido e caso acontecesse algum problema iria solicitar o policiamento para retirar o tradutor”, explicou.

Por outro lado, o Atlético fez um pedido verbal para a Federação Paranaense quando contratou o técnico Lothar Matthäus, para poder contar com o tradutor no banco de reservas. “Na primeira partida orientei o árbitro sobre a situação, mas disse que a decisão era dele. Ele liberou e os demais árbitros seguiram a mesma opinião”, afirmou.

Com informações do portal online do jornal Gazeta do Povo



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