25 mar 2006 - 13h16

Riva de Carli deve mudar de função dentro do Atlético

Responsável pela preparação física dos jogadores do Atlético nos últimos anos, Riva de Carli não é mais o preparador físico do time profissional do Furacão. Para o seu lugar, chegou junto com o técnico Givanildo de Oliveira o preparador Wellington Vero.

De acordo com reportagem da Tribuna do Paraná deste sábado, o ex-preparador físico Riva de Carli deverá ter uma nova função a ser definida pelos dirigentes atleticanos. Segundo o jornal, Riva permanece no clube num pedido dos próprios dirigentes do Furacão.

Wellington Vero começou seus trabalhos com o grupo de jogadores do Atlético nessa sexta-feira. Sua contratação foi uma exigência do treinador. “Eu pedi para trazer o Wellington, que já está comigo há 15 anos e existe muita confiança”, afirmou Givanildo.

Dez anos de Atlético

Carlos de Oliveira Carli, o Riva, tem uma grande identificação com todo esse processo de transformação que o Atlético vem passando na última década. Contratado pela primeira vez pelo Rubro-negro em 1994, Riva esbanja um currículo de doze títulos conquistados pelo clube. Foi campeão da Série B em 95, paranaense em 98, 2000, 2001 e 2002, da Seletiva em 99 e do Brasileirão em 2001. Contando com as categorias de base, foram mais cinco títulos.

Foi através do trabalho de Riva que o Atlético ganhou a fama de “time incansável” por vários cantos do país, esbanjando um contra-ataque em velocidade fundamental para muitas vitórias e conquistas do time, fruto de um excelente preparo físico dos atletas durante toda a temporada. Os estudos colocados em prática por Riva viraram referência na área, sendo seguidos por profissionais de todo o país.

Em 2000, Riva assumiu pela primeira vez o comando do time, como técnico-interino em substituição a Artur Neto. Na oportunidade, comandou o Atlético na vitória por 3 a 2 sobre o Corinthians, no Pacaembu. A experiência como treinador foi repetida em 2002, sendo efetivado no cargo. Com a saída do técnico Geninho, virou treinador do time profissional. A experiência inicialmente deu certo, com a conquista do Supercampeonato Paranaense no mesmo ano. Mas, depois do fracasso na Copa dos Campeões, Riva foi dispensado do clube.

Ano passado, depois de três anos longe do Atlético (quando teve passagens pelo Grêmio Maringá, futebol chinês e pelo Bahia), Riva voltou ao clube para integrar a comissão de Antônio Lopes, numa proposta da diretoria de adotar uma comissão técnica fixa do clube, filosofia implantada por diversas vezes pelo Atlético e que agora, com a chegada de Givanildo de Oliveira, pode ser abandonada.



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