8 maio 2006 - 22h19

Pênalti foi bem marcado, diz Comissão de Arbitragem

Lance polêmico e decisivo. É dessa forma que o pênalti a favor do Internacional marcado pela auxiliar Maria Eliza Correia Barbosa e confirmado pelo árbitro Luiz Marcelo Vicentim Cansian foi avaliado pelos jogadores atleticanos e imprensa esportiva. No entanto, apesar de as imagens da TV mostrarem claramente que a falta do zagueiro Paulo André foi fora da área, o chefe da arbitragem brasileira, Edson Rezende, considerou que a arbitragem acertou em confirmar o pênalti para o time gaúcho.

“Só pelo fato de ter repetido tanto para mostrar onde foi e não conseguiram definir já tem que inocentar a arbitragem. Mas pra mim foi pênalti mesmo”, afirmou Rezende em entrevista ao Jornal Nacional.

Inconformado com a marcação da arbitragem, o zagueiro Paulo André, protagonista da polêmica do jogo do último domingo, relembra como foi o lance. "Perdemos a bola no meio do campo e, em um lance rápido, o Sóbis (Rafael Sóbis, atacante do Internacional) tocou na frente para o Iarley. Mesmo sabendo que eu seria expulso, optei por fazer a falta. Quando vi a assistente correndo para a área, eu não acreditei. Infelizmente o árbitro deu o pênalti, então não valeu a pena”, disse. O jogador afirmou que só optou por fazer a falta por ter certeza absoluta de que estava fora da área, o que não resultaria na penalidade. "Fiquei muito triste com o que aconteceu. Se eu não tivesse a certeza de que a falta seria fora da área, eu não teria feito", disse.

Os atleticanos ainda reclamam de uma falta dentro da área no atacante Dagoberto. O lance foi aos 17 minutos do 2º tempo: Dagoberto passou pela marcação e foi derrubado por Bolívar na área, mas o árbitro não marcou o pênalti.

Nesta segunda-feira, a Comissão de Arbitragem afastou por três rodadas o árbitro Edson Esperidião e o assistente Alfonso Scarpaccio, que atuaram no jogo entre Fluminense e Paraná Clube. Antes deles, Wilson Souza de Mendonça e o assistente Válter José dos Reis, ambos da Fifa, também foram punidos. No entanto, as falhas de Luis Marcelo Vicentim Cansian e da árbitro assistente Maria Eliza Correia Barbosa foram consideradas como “normais” pela comissão.



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