25 maio 2006 - 0h48

Mais uma vez, Givanildo não deu entrevista

A cena já está começando a virar rotina no Atlético. Depois de mais uma derrota do Furacão no Campeonato Brasileiro, o técnico Givanildo Oliveira adotou a tática do silêncio e não compareceu à entrevista coletiva – deixando à cargo do goleiro Cléber e do zagueiro Alex a missão de tentar explicar a quinta derrota do time na competição.

De acordo com os setoristas do Atlético que estavam no Anacleto Campanella, para fugir da imprensa, o treinador saiu do vestiário escoltado por policiais. A decisão de não falar com a imprensa, explicou o Coordenador de Futebol Profissional do clube, Luiz Fernando Cordeiro, partiu do próprio treinador. “Ele não quis falar. Tomou essa postura e a gente tem que acatar. Não foi uma determinação da direção do clube, é uma postura que ele adotou e a gente tem que respeitar”, afirmou Cordeiro.

Com mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, a expectativa fica quanto à permanência (ou não) do técnico no comando do time. Bastante questionado pela torcida devido aos maus resultados em campo, boatos indicaram que o treinador chegou a pedir demissão após a derrota para o Goiás, no último fim-de-semana, decisão que não foi aceita pela diretoria. Até aqui, sob o comando de Givanildo Oliveira, o Atlético disputou oito partidas, somando cinco derrotas, duas vitórias e um empate.

No início da semana, o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mario Celso Petraglia, disse que a permanência do treinador dependeria de uma série de fatores, entre eles, os resultados. "O Givanildo vai ficar até o dia que ficará. É simples. Todos definem, a torcida, o elenco, o resultado, o Atlético, a nossa vontade, a dele, de todos", disse.



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