11 jul 2006 - 15h01

Givanildo tem dez opções para o ataque

Cléo, Dagoberto, Denis Marques, Jonatas, Herrera, Marcos Aurélio, Neto Baiano, Pedro Oldoni, Rodrigão e Willian. Contando apenas com o "reforço" de um goleiro, o Furacão poderia formar um time apenas com seus atacantes. O elenco atleticano tem ao todo dez jogadores especialistas nesta posição, o que faz com que o técnico Givanildo Oliveira tenha várias opções para formar a dupla de ataque.
O Atlético ainda não fixou uma dupla de ataque titular e, até agora, o clube já utilizou doze jogadores diferentes para atacar. Curiosamente, os treinadores atleticanos muitas vezes improvisaram meias como Ferreira, Evandro e Pezzolano, ao lado de algum outro homem de frente, mesmo tendo à disposição atacantes de ofício. Os motivos: alguns atletas tiveram poucas oportunidades, outros estavam sob os cuidados do departamento médico, e ainda há os que chegaram e nem estrearam no Rubro-Negro. Confira abaixo os jogadores que já vestiram e ainda podem vestir a camisa do Atlético esse ano.

Os dez atacantes

Cléo e Willian tiveram algumas chances no time ainda no Campeonato Paranaense. O primeiro chegou a ser titular no inicio do campeonato estadual, mas com a chegada de Rodrigão voltou para o banco de reservas e depois não foi mais relacionado para as partidas. Willian foi contratado em dezembro com apenas 19 anos. Vindo do Guarani, era um dos atacantes reservas que entravam no segundo tempo no campeonato estadual. Marcou um gol na vitória sobre o Francisco Beltrão por 6 a 0.

Dagoberto começou o ano se recuperando de uma lesão. Quando estava pronto para jogar logo se machucou novamente e teve que realizar uma artroscopia no joelho esquerdo, o que o deixou 45 dias longe dos gramados. Mais uma vez recuperado o atleta agora decidirá sua permanência no Furacão nos tribunais, enquanto isso não se sabe se ele irá vestir a camisa rubro-negra.

Denis Marques chegou em 2004 e encantou os torcedores fazendo boas apresentações lembrando fisicamente o ex-atleticano Óseas com suas trancinhas. Por problemas judiciais ficou seis meses sem jogar em 2005 e quando voltou não agradou seus treinadores e os atleticanos. Mas mesmo não se firmando no time teve participações decisivas no Furacão.

Jonatas chegou a disputar uma partida pelo Furacão, mas foi emprestado em fevereiro para a Portuguesa Santista para disputar o Campeonato Paulista. Voltou para o Atlético logo após o término do Paulistão e agradou o técnico Givanildo nos treinos.

O colombiano Sérgio Herrera chegou em março como a esperança para o ataque rubro-negro. Herrera só estreou em maio quando foi liberado pela justiça, já que estava em litígio com o Al Ittihad. O jogador chegou a disputar uma partida como titular, mas logo voltou para o banco de reservas.

Marcos Aurélio e Neto Baiano são as novidades do Furacão, ambos ainda não estrearam. O primeiro, de apenas 22 anos, foi vice-artilheiro do campeonato paulista deste ano pelo Bragantino, e se destacou no jogo-treino contra o Iraty onde marcou o gol de empate do Rubro-Negro. O segundo veio também de um time de São Paulo, o Paulista de Jundiaí. Era um dos destaques do time onde marcou seis gols em nove partidas no Campeonato Brasileiro da Série B deste ano.

Pedro Oldoni, com 19 anos é o artilheiro do Furacão e vice do Brasileiro com seis gols. Disputou algumas partidas como titular, mas torceu o tornozelo nos treinos e ficou fora de três jogos no campeonato. É o mais cotado para compor o sistema ofensivo do time atleticano.

Rodrigão disputou o campeonato paulista do ano passado pelo Santo André, e em janeiro veio para o Atlético. O jogador marcou três gols e disputou algumas partidas no Campeonato Paranaense. Antes do início do Campeonato Brasileiro, o jogador descobriu que estava com Hepatite C e terá que ficar alguns meses longe do futebol para se tratar.

A dupla de ataque escolhida pelo treinador atleticano será conhecida nesta quarta-feira, contra o Fortaleza, pela décima primeira rodada do Campeonato Brasileiro, as 19h30, na Kyocera Arena.



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