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21 jul 2006 - 21h57

Etimologia: fábulas x realidade

Céticos, atenção! De férias, leigo no próximo assunto, decidi tentar explicar através da numerologia, algumas questões ainda pendentes à minha indignação (generalizadamente rubro-negra) para com o “atleta-cidadão” oriundo de Dois Vizinhos”, aquele mesmo, de fácies galinácea, no que se refere ao caso tipo “linha direta” (detesto a Globo), o qual desenrola-se quase que alviverdemente pelos arredores da Baixada.

Satisfazendo-me, coloco aqui algumas informações bibliografica e cientificamente comprovadas àqueles paranaenses que ainda não formaram opinião ou mesmo àqueles que conservam algum apreço pelo rebelde moço, adolescentemente seduzido, drogado e prostituído pela máfia empresarial do mundo da bola, particularmente o ratânico trio que hoje se destaca nos boletins epidemiológicos brasileiros, pela disseminação esportiva de sua peste leptospirófila juvenil.

Isto posto, deve-se criteriosamente substanciar uma análise considerando duas épocas distintas: a pré-Ratones e a pós-Ratones. A primeira mostrava um rapaz fransino, moleque do interior, recém-chegado na “Capitar”, na bagagem suas idéias e seus sonhos. Nela, observamos que a soma dos algarismos reduzida a um dígido revelava, através do nº 2 “gentileza, receptividade, dependência, paciência, diplomacia, tato, sensibilidade, cooperação e simpatia”: foi quando o conhecemos, despontado pelo seu trabalho, quando ele angariou uma legião de fãs, principalmente crianças então carentes de super-heróis. Na soma das vogais (nº 6) víamos “harmonia e pacificidade” e das consoantes (nº 5) “atividade, muitas facetas, atualização e aventura”.

Seviciado subitamente pelo contato com os roedores (como se fosse um momento mágico e apaixonadamente desvirginante), encerrou esta fase, de modo antroponímico explicavel: “M-a-s-s-a” significa “poder, dinheiro, eficiência, mente forte, auto-controle, determinação, equilíbrio e dureza”; por sua vez, “B-a-r-r-i-o-n-u-e-v-o” indica “oportunismo, aguçamento dos cinco sentidos”.

“D-a-g-o-b-e-r-t-o P-e-l-e-n-t-i-e-r” tem sua etimologia caracterizada pelo predomínio de letras no plano físico (de A à I), sendo apenas duas letras no plano mental (de J à R) e somente uma no espiritual (de S à Z). A prevalência do nº 5 lhe confere, tal qual a seu representante legal, “oportunismo e aguçamento dos cinco sentidos, aquele como recurso natural, quando seu objetivo é ser diferente de todos, os outros é que devem fazer concessões e não o contrário; toma sua melhor direção pela consciência instintiva a qual lhe dá vantagem sobre os outros”. Quanta identidade, não?

Nesta esteira, a ausência do nº 8 determina “carência de bom discernimento, não dá valor ao dinheiro e ao poder, e é displicente.” Fica explícita a nociva influência destes procuradores de plantão, que se denominam defensores dos interesses do atleta quando, na verdade, transformaram as idéias e sonhos do garoto, que hoje não são mais seus. Sua bagagem tem outro conteúdo: mudou sua forma de trabalho, não pensa mais nesta capital, maldiz os que estão ao seu redor, desejando sexualmente um destino sudeste, à maneira Aloísio. O Atlético como Clube, defende legalmente seus direitos, por tudo aquilo que todo mundo já sabe. Mas alguém já pensou no que dizer para as crianças, aquelas das quais ele era ídolo? Não podemos enganá-las: é fato que o sonho se desfez, ele não é Papai Noel nem coelhinho…precisam é saber a razão pela qual isto aconteceu: VAMPIROS EXISTEM! O vampirismo é realidade, acreditem!

Dagoberto hoje é que é o conto. Não cabe mais em nossa história. Nós adultos já aprendemos. Façam-no cumprir o ressarcimento financeiro e prontamente liberem este “cavalo de macumba” e seus empresários escusos, todos virulenta e patogenicamente infectados, para que possam ir para bem longe. Bem longe de nossas crianças. Longe de nosso time parcialmente contaminado por estes Ratones, deixando na Arena um cheiro de Hospital, de doenças no ar. “Vá de retro”, para perto do São Paulo ou do Palmeiras. Lá, onde ele não terá lesões nem necessidade de justificativas. Não terá a Arena nem o Petraglia. Nem a torcida do Atlético, idéias ou sonhos. Talvez tenha muitos números, que possam, embora irreversivelmente, mostrar o verdadeiro caráter de sua personalidade. Mas só para quem não o conhece: as crianças paulistas.



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