21 jul 2006 - 19h02

Para Teixeira, saída foi no melhor momento

A surpreendente saída do técnico Givanildo Oliveira do comando do time do Atlético nesta sexta-feira foi resumida como o melhor momento, tanto para o clube quanto para o próprio treinador. “Foi um consenso nosso junto com ele que este era o melhor momento. Achamos que era o melhor para o clube, para ele, para a nossa continuidade”, disse em entrevista coletiva o diretor desportivo do clube, Marcos Moura Teixeira.

Sobre o momento da saída de Givanildo, a dois dias do jogo do Atlético contra o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro, e após uma semana de treinamentos, Teixeira apenas afirmou que “nunca podemos escolher quando as coisas vão acontecer”.

Há cerca de dois meses, quando foi indagado se o técnico Givanildo Oliveira continuaria no comando do clube, mesmo com a série de insucessos obtidos em campo, o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mario Celso Petraglia, disse que a permanência do treinador dependeria de uma série de fatores, entre eles, os resultados. "O Givanildo vai ficar até o dia que ficará. É simples. Todos definem, a torcida, o elenco, o resultado, o Atlético, a nossa vontade, a dele, de todos", afirmou Petraglia, em maio.



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