23 jul 2006 - 18h50

Privati comandou o time no banco

O preparador de goleiros Waldemar Edson Privati foi o técnico do Atlético na partida deste domingo contra o Vasco da Gama, no Estádio de São Januário. Com o pedido de demissão de Givanildo Oliveira na sexta-feira, o Rubro-Negro se viu sem treinador a dois dias do compromisso válido pelo Campeonato Brasileiro. Vadão foi contratado ainda na sexta, mas não teve tempo para dirigir o time já no jogo deste domingo. Ao lado do auxiliar técnico Nílson Borges, Vadão assistiu ao jogo em um camarote do Estádio São Januário.

Assim, coube a Privati dirigir a equipe. Com a experiência de ter comandado times do interior paulista e a equipe juvenil do Atlético no início do ano, Privati foi o responsável por orientar os jogadores e cobrar deles a postura combinada na preleção. Ao contrário de Givanildo, o treinador interino adotou uma postura bastante participativa, gritando o nome dos jogadores durante quase todo o jogo.

No final do primeiro tempo, um microfone da Rede Globo posicionado perto do banco de reservas pôde captar um comentário de Privati com os jogadores reservas. "Eles não têm nenhuma jogada. Nós é que estamos proporcionando isso (chances de gols) a eles", observou.

Comunicação

Para orientar a equipe, Privati contou com um sistema de radiocomunicação com o auxiliar técnico Nílson Borges e com o futuro técnico atleticano Vadão. Os dois puderam passar alguns comentários e observações ao preparador de goleiros durante a partida. Apesar do esforço da comissão técnica, o Atlético perdeu a partida por 2 a 1.



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