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16 ago 2006 - 10h18

Ah, se eu fosse técnico do Atlético!

Pára com isso, Vadão! Assista vídeos de jogos do Furacão em 2005. Perceba porque jogadores como Evandro e Fabrício tiveram bons aproveitamentos, ajudando o Atlético a reagir em diversas competições. Mesmo com um time limitado, fechamos o ano com um bom aproveitamento.

Hoje, o que vemos é um time perdido e desmotivado em campo, verdadeiramente sem rumo. Pergunto: o que não temos (de especial) em 2006, em relação ao que tínhamos em 2005 (com exceção do Marcão e do Lima)? Resposta: união do grupo, raça, determinação e dignidade de um time vencedor.

Um pouco mais: é preciso que a nossa Diretoria mobilize “toda” a estrutura do “Clube do Século XXI” para o Brasileirão 2006. Esqueçam a Sul-Americana ($$$); não procurem tapar o sol com a peneira. Seria (será) tremendamente desastroso sucumbirmos à Segundona. Tempo e jeito há (de sobra) para nos salvarmos. O problema é que o nosso barco está à deriva; e os seus tripulantes estão dormindo. É tempo de acordar ! Antes que “feche o tempo.”

Muitos torcedores estão se candidatando a técnico do Atlético, por ironia ou desespero que seja. É que não se admite mais a falta de atitude e coragem de quem está à frente do elenco atleticano, com seu “enorme” contingente de atletas. Parece que algo ($$$) está contaminando aqueles que dirigem o time em campo e dilacerando o ambiente no CT do caju e o ânimo dos jogadores.

No meio da próxima semana, estarei em Curitiba. Não por mera coincidência, estarei assistindo a partida contra a Ponte Preta, em nossa derradeira oportunidade para atingir os 20 pontos. Isso mesmo, porque o jogo contra o Figueirense já era (não é mesmo, Vadão?). Quem diria: para quem já dirigiu um quarteto mágico (Adriano, Kely, Lucas e Kleber), hoje se contenta em mandar a campo um quinteto trágico (Danilo, João Leonardo, Alex, Alan Bahia e Christian).

Acorda, Vadão! Se é para continuar insistindo tanto com jogadores de características defensivas na ligação de nossa defesa (peneira) com o nosso ataque (de bonecas), melhor mesmo é (pelo menos tentar) extrair o máximo de alguns jogadores que podem dar um retorno positivo ao Atlético (antes que seja tarde). Não agüento mais ver alguns cabeças-de-bagre, livres para atacar, porém, inoperantes na arte de municiar o nosso ataque, enquanto Evandro e Fabrício continuam esquentando o banco de reservas.

Quer saber como, Vadão? Ora, nós estamos errando muitos passes, não é mesmo? Conseqüentemente, precisamos de jogadores que saibam tocar a bola e alimentem melhor os nossos “matadores”, certo? Pois bem: se você quer (porque quer), então continue com três zagueiros (3-5-2), mas – POR FAVOR – coloque o Evandro e o Fabrício como alas, ajudando o esforçado e sacrificado Ferreira a formar um quinteto ofensivo, complementado por Pedro Oldoni (queiram ou não, nosso único atacante que demonstrou capacidade de fazer gols) e mais um (diferente dos que tem atuado ultimamente).

Por favor, Diretores atleticanos: mandem o Dragolzinho treinar em separado, mas não no CT do Caju, pois ele está sendo negativo ao grupo, contaminando um ambiente que era bom, enquanto ele estava longe dos gramados. Mandem ele de volta ao PSTC, ou algum outro parceiro do Atlético; emprestem ele para o J. Malucelli, façam qualquer coisa, enfim, para afastá-lo de nossos redutos. Afinal de contas, aquele humilde garoto-promessa, natural da simplória e pacata Enéas Marques, perdeu a simplicidade e o rumo na vida. Já era !

Experimenta, Vadão! Muda, Vadão! Revoluciona, Vadão! Pelo menos, “lute” para não entregar o ouro aos bandidos (trocar de posição com o cfc) assim tão fácil. Afinal, um clube com estrutura de primeiro mundo não pode (e não deve) acabar no rol dos clubes de segunda classe.

Mostra tua força, e tua verdadeira cara, Furacão!



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