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19 ago 2006 - 1h13

Sobre o “queridinho” Rogério Ceni

“Ascensão e Queda do Tricolor Paulista”, ou ainda:”Que feio, Patinho!”

Quem viaja lá para as bandas do sudoeste do Paraná, se adentrar na simpática cidade de Pato Branco, poderá perguntar para qualquer cidadão adulto quanto idoso, que irá ter respostas semelhantes sobre a seguinte questão: “Vocês aqui lembram-se do Rogério Ceni?” Todos ouvirão afáveis afirmativas, de que era um bom rapaz, filho de seu fulano, o pessoal lá da madeireira, com tal orgulho como se ele fosse cria natural daquela terra.

Não, ele não é de lá. Ele não é paranaense. Criou-se depois de rebento até patáceo (galinha > galináceo; pato > patáceo), mas sua mãe não o pariu lá. E nem interessa onde ele nasceu. Isso em primeiro lugar. Em segundo lugar, nós aqui, do lado de fora das quatro linhas, ficamos imaginando o que leva um atleta que todos julgam profissional, a tecer comentários esdrúxulos perante a mídia sobre a realidade esportiva que evidencia-se cotidianamente para mais que além dos nossos olhos…Pensem nisto, caros atleticanos, porque eu já pensei e já concluí.

“Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”, como repetia incansavelmente o carismático e vizinho professor (embora coxa-branca, ele estava certo em repetir, pois o discernimento é uma virtude essencial – anda meio quieto ultimamente, deve ser coisa de segundona). Uma coisa é Rogério ter morado em Pato Branco. Outra coisa é o que aconteceu nas duas últimas finais da Libertadores (2005 e agora). Tem gente que ou parece que se assusta quando vê um microfone na frente perto de seu nariz (será que têm vontade de pular em cima?) ou pensa que o ouvinte/telespectador do outro lado é COMPLETAMENTE IDIOTA, acha que nós “povo” somos na verdade a patuléia, a choldra, os vileiros, sebosos, chagásicos e piolhentos. Não é possível que um jogador de futebol da sua idade (que a podre mídia paulista tem como ícone, a ser no futuro conclamado presidente do São Paulo), com tanto tempo de jogo, venha a público e diga que lhe “faltou sorte, a mesma que o Atlético não teve no ano passado, ao desperdiçar um pênalti e ao fazer um gol contra!”

NÃO ME CONFORMO! E vocês aí, também não se conformem! Chega de enaltecer e vangloriar este mascarado, que não passa de um goleiro mediano e um bom cobrador de faltas, MAIS NADA, ESSA É QUE É A VERDADE! O resto é fruto da imprensa. Se faz de coitadinho porque nunca foi chamado para a seleção. E não foi porque É PAULISTA! Tem alma paulista. Treinador carioca de seleção não convoca goleiro paulista! Ou não sabia dessa, minha flor? Ou acha que Júlio Cezar é melhor que você? Mas bem feito, quem manda ser boçal e falar asneiras perante a opinião pública: você só é formador de opinião para paulistas ou para coxas e paranistas que se dignam a vestir suas nojentas camisas por aqui, aqui onde não é sua praia não.

Verdade: sorte não existe, azar idem, o que existe é FALTA DE COMPETÊNCIA! Faltou competência para o Diego segurar aquela bola e não foi gol contra do Durval: AQUELE GOL FOI DO DIEGO! É, o Diego Pebolin, que jogava vôlei na infância em Erechim (e caçador também, adorava acertar na cabeça dos coleguinhas: não distorçam). Ele deu um jeito de pôr aquela bola para dentro, conseguiu via o coitado do Durval. Faltou competência para o Fabrício (aliás, perdão, ELE NÃO TINHA COMPETÊNCIA, então não poderia ter faltado uma coisa que não existe) para marcar o gol no pênalti. Faltou competência para o Lopes deixar ele bater. Faltou competência para você, ô queridinho dos “jornalistas” marrons do sudeste, Rogério Ceni, para segurar aquele cruzamento: agora vem dizer que foi “falta de sorte”? Para enganar a quem? Aos pato-branquenses ou aos paulistanos? Por que não assume o erro? Eu sei: é por causa da SOBERBA! A soberba paulistana, a soberba são-paulina, aquele sentimento de realeza, aquela coisa monárquica que impera nos corações e na mente destes tolos mortais do norte, achando e acreditando na supremacia vitalícia de suas vitórias absolutistas, que iriam eternizar-se nos pódios de todos os campeonatos futebolísticos mundo afora…

Coitados: não perceberam que sua derrocada já se iniciou ano passado: levaram um BAILE de bola do Liverpool, não mereciam ganhar o título e só o fizeram porque – agora sim havia competência: do seu Departamento Jurídico e do seu Departamento Médico – isto é inegável! – lá estava um ser ambíguo, bissexuado, hermafrodita: metade Atlético, metade São Paulo, codinome Aloísio, responsável pela jogada do gol do único jogador decente (aquele com a cabeça do Mickey) que vocês tem além do Souza. E aquele dia o patinho feio jogou bola em vez de abrir a boca. O Departamento Médico, ah, quem dera eles aqui: fizeram uma BARIÁTRICA no Aloísio sem ninguém perceber e outra cirurgia cerebral (removeram o lobo atleticano dele): hoje tá fininho, fininho e nem sabe mais onde fica Curitiba.

Desçam dos pedestais de seu trono virtual, posto que ele não mais existe. Reconheçam a covardia de não terem vindo jogar aqui na Arena (leia-se MEDO) e aumentem os honorários destes seus advogados excelentes, pois dessa vez eles não conseguiram lhes trazer o título. Troquem aquele médico cara de onanista de desenho pornô que se diz dirigente, comprem um desfribilador para aquele outro testudo e elejam um presidente que tenha um mínimo de dicção. Mesmo assim, isto tudo não fará vocês melhorarem. Acho melhor morrer (pedir concordata ou entrar em falência) e nascer de novo, porque HUMILDADE NÃO SE COMPRA.

Rogério: você conseguiu uma façanha: ficar mais intragável que seu irmão gêmeo, o Luciano Huck. Se eu tivesse uma cunhada daquela, eu teria vergonha na cara e não falaria bobagens por aí. Periga Deus escutar. Putz, acho que ele já escutou. Você é a cara do São Paulo. O São Paulo é Caracu. Portanto… Infantil, não? mas muito menos que sua versão utilizada para maquiar o fracasso. Rogério, guri, não me faz te pegar mais nojo: VAI DE TÁXI!



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