23 ago 2006 - 23h03

Vadão destaca espírito de luta dos jogadores

O técnico Vadão concedeu entrevista coletiva após a vitória do Atlético sobre a Ponte Preta por 3 a 0 nesta quarta-feira à noite na Kyocera Arena. Confira as declarações do treinador rubro-negro:

REAÇÃO
"Foi uma partida muito boa. Mostra que o grupo tem potencial para reagir e fizemos o que o torcedor do Atlético gosta, com muita força de vontade. Então, temos de continuar neste caminho das duas últimas partidas."

ESPÍRITO
"Eu disse aos jogadores antes do jogo contra o Figueirense que escolheríamos os jogadores que estivessem com o espírito que o Atlético estava precisando. Não era nem quem estava melhor ou não, mas quem estivesse mais no espírito. Hoje todos os jogadores têm condições de ser titulares, mas precisa ter esse espírito."

ESQUEMA TÁTICO
"Existe uma confusão na cabeça das pessoas na maneira de jogador. Se você jogar com três zagueiros e dois volantes, são cinco jogadores de marcação. Se são dois zagueiros e três volantes também são cinco de marcação. Para esse jogo, como a Ponte joga somente com um atacante, entedemos que essa formação era ideal. Para o jogo contra o Fluminense, teremos de pensar qual é a melhor solução."

EMPENHO
"Ainda está um pouco longe daquele Atlético (que eu conheci), mas está caminhando para isso. E os jogadores estão se empenhando para isso. O que mais vale para a gente é o empenho do jogador. Quando você esboça uma equipe competitiva, lutando pelo resultado, você tem uma equipe que é do perfil do nosso torcedor. Mas ainda está aquém do que queremos."

CÉSAR
"Eu podia ter tirado o César ou outro zagueiro. Nós optamos por uma formação tática diferente para esse jogo. Não foi a questão do César, foi a questão da formação tática diferente."

RISCOS
"O jogo foi muito perigoso embora a gente tenha saído vencedor no primeiro tempo. A Ponte nos exigiu demais. No segundo tempo, a gente minou a reação deles e foi uma partida mais homogênea."

UNIÃO
"Essa união já partiu no jogo contra o Figueirense. Quando terminou a reza antes de os jogadores entrarem em campo, eu pensei comigo: ‘Esse jogo nós não vamos perder’. Isso foi levado na palestra que nós fizemos ontem e os jogadores entederam que para disputar uma competição como essa é preciso ter essa união."



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