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10 nov 2006 - 12h18

Sacrifício e reflexão, vale a pena

Tão veloz quanto um cometa, o ano de 2006 vai passando. Já chegamos ao mês de novembro, onde as festividades natalinas e de ano novo já podem ser planejadas, e onde também, iniciamos nossa reflexão sobre os acontecimentos, sobre nossas metas e objetivos, alcançados ou não, ou que ainda podem ser alcançados. É tempo de reflexão.

Exaustos, cansados, estressados, é assim que a maioria das pessoas chega ao final do ano, mesmo assim, aqueles que desejam, conseguem gás e tempo extra para alcançar metas pessoais ou profissionais, fazem mais exercícios que os feitos durante o ano todo para perder aqueles quilinhos acumulados durante o inverno, pensando no calor e pouca roupa. É tempo de sacrifício.

Transcrevendo estes momentos para o Furacão, eu diria que sacrifício e reflexão, nesta mesma ordem, devem ser as prioridades para agora. Ambos tem importância fundamental para que não só os objetivos de 2006 sejam, em parte, cumpridos, como também para que o planejamento de 2007 possa ser mais eficiente.

É tempo de sacrifício para compensar as expectativas criadas pela torcida para um ano que seria de vitórias, conquistas e história. Será com o sacrifício de cada jogador, comissão técnica e diretoria, que levantaremos a taça de campeão sul-americano. A primeira equipe brasileira a conquistar este torneio, e conseqüentemente entrar para a história. No campeonato nacional já não almejamos mais nada, pois conquistando a taça continental agora, já estaremos automaticamente classificados para o próximo ano, além de poder disputar a Recopa contra o Internacional, campeão da Libertadores. Então, todos os esforços devem ser voltados para estes quatro jogos restantes, sendo os dois primeiros contra os “chicanos” do Pachuca, pois assim, um ano que parecia perdido, mesmo com todos os problemas enfrentados, pode tornar-se mais uma vez histórico e com mais um título importante em nosso museu.

É tempo de reflexão para evitar que os mesmos erros e problemas enfrentados ao longo de 2006 não sejam repetidos em 2007. É necessária uma análise bem elaborada para que o próximo ano possa ter um planejamento mais eficiente. Ao contrário deste ano, iniciaremos o próximo período com uma pessoa exclusiva para o planejamento do futebol. Marcos Moura Teixeira desta vez estará aqui, e ele, que vem desenvolvendo um bom trabalho desde que chegou, terá plenas condições de fazer com que o planejado saia do papel e possa tornar-se realidade no futebol. Podemos, sim, mesmo em ano de conclusão da Arena, montar uma equipe competitiva. Desde que tenhamos um treinador para desenvolver uma boa pré-temporada, neste caso, Vadão deveria ficar.

No topo da América

Como curiosidade, vale destacar que caso o título da sul-americana concretize-se, o Furacão pode considerar-se o legítimo campeão do continente, pois terá eliminado equipes dos países latinos de maior importância e tradição no futebol como Brasil, Argentina, Uruguai, México e possivelmente Chile.

Em tempo

Presidente apitando treinos, servindo de barreira em treinos, levando dribles de seus jogadores. A pergunta é: Presidente ou bobo da corte?

Na série B

No começo parecia uma tarefa fácil, aos poucos tornou-se difícil, e agora há uma luz no fim do túnel, num campeonato de baixíssimo nível técnico, onde Santa Cruz, Fortaleza e outros times que vem lutando para não cair, estariam entre os quatro primeiros. Mas continuo achando que eles não sobem.

Arrogância e prepotência continuam a predominar por aquelas bandas. Bom para alguns, azar para eles.

A gralha

Caio Jr. adaptou-se perfeitamente ao mascote do time das vilas, ou foi o mascote que adaptou-se a Caio Jr.? Qual será a desculpa para um provável insucesso?



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