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14 jun 2007 - 9h39

Antonio Lopes

Alguns torcedores acham que nosso time não tem muita qualidade. Chegou a hora da prova real. Aposto que o velho xerife Lopes vai dar um jeito nesse time. Já disseram que “sem tesão não há solução”. E é isso o que falta para essa equipe. A fundamental motivação.

Admiro o Antonio Lopes. É alguém que tem experiência para “jogar feio” e conseguir o resultado, mas é também aquele que consegue despertar o brio dos jogadores. Já chega de futebol estilo “anêmico”, sem energia, sem vontade. Anemia é a pior doença para quem é rubro-negro. Vermelho fraco não é coisa de quem não teme a própria morte.

Quem viveu a Libertadores, viu. Dava orgulho daquele time raçudo comandado pelo delegado. Não era o melhor elenco da competição, mas os jogadores faziam o seu melhor, jogavam com o coração. Lima, aquele ex-jogador do rival, era quase onipresente e apresentou o melhor futebol da sua carreira no Furacão. Não fosse aquele jogo que roubaram da Kyocera Arena, talvez pudéssemos ter alcançado a maior glória das Américas. Isso é passado, mas temos que analisá-lo, porque o delegado já faz parte da história atleticana. E é estudando o passado que poderemos construir um futuro vitorioso.

O trabalho com os jogadores vai ser duro, mas acredito que eles se envolverão mais com o espírito atleticano. Digo isso, porque acredito nesse elenco e também creio que os jogadores, assim como toda a torcida, já estão cansados de perder.

Os únicos que acreditam no Atlético são os atleticanos. Por isso que, em 2001, saímos de “candidato ao rebaixamento” para a o título de campeão. Furacão é isso aí. Quando ninguém acredita, o Furacão chega e destrói tudo. A não-previsibilidade é a alma de um furacão, é o que causa temor e devastação. Deixem os favoritos construírem suas casas e pensarem que não somos uma ameaça. Surpreenderemos.

È hora de botar ordem na casa. Nada melhor que o experiente delegado.



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