25 jul 2007 - 23h40

Torcedores protestaram contra a má fase

A proximidade cada vez mais real do Atlético com a zona de rebaixamento está preocupando o torcedor. Nesta quarta-feira, no empate em 2 a 2 contra o Cruzeiro, na Kyocera Arena, a torcida atleticana encontrou diversas formas de demonstrar o seu descontentamento e revolta com seqüência de péssimas atuações do time, que vem tendo uma campanha bastante ruim no Campeonato Brasileiro.

Antes mesmo de a bola rolar, a primeira manifestação do torcedor pôde ser percebida nas arquibancadas. Painéis formando a frase “Reage Atlético” foram apresentados no setor Madre Maria Inferior quando o time entrou em campo. A iniciativa surgiu na comunidade do Atlético no Orkut, numa idéia da torcedora Chris Amend da Cruz. A mensagem reapareceu em alguns momentos durante o 1º tempo do jogo e na saída dos jogadores para o intervalo, com alguns atletas inclusive apontando para o local onde estavam os painéis. Nos próximos jogos, a torcedora promete seguir com esse aviso, até que o Furacão volte a aparecer em campo.

Além dos painéis, vaias e críticas à diretoria também foram protagonizadas por diferentes setores da torcida. As primeiras manifestações surgiram quando o técnico Antonio Lopes tirou o volante Valencia para a entrada de Erandir. Muitos torcedores criticaram a iniciativa do treinador, principalmente porque Valencia vinha tendo uma boa apresentação.

No 2º tempo, alguns torcedores do setor Getúlio Vargas esboçaram algumas vaias ao time, que não vinha jogando bem. Como resposta, os torcedores localizados no setor Buenos Aires Inferior, onde fica a torcida organizada Os Fanáticos, reagiram às críticas com o coro: “Não é mole não… pagar trintão para vaiar o Furacão”.

Ao final da partida, no entanto, com o empate do clube mineiro, a torcida organizada disparou xingamentos contra o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mario Celso Petraglia, e do Conselho Gestor, João Augusto Fleury da Rocha.

Colaboração: Haroldo Beltrão Netto.



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