16 ago 2007 - 0h06

Torcedores hostilizaram Petraglia e protestaram

Torcedores atleticanos que foram à Kyocera Arena na noite desta quarta-feira não aceitaram passivamente a derrota por 4 a 2 para o Vasco da Gama, por virada, na estréia da equipe na Copa Sul-Americana. Houve protestos contra o time, contra o técnico Antonio Lopes e principalmente contra o dirigente Mario Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo.

Petraglia foi hostilizado a partir do segundo tempo, quando o Atlético já era derrotado pelo Vasco. Alguns torcedores chegaram a pedir a sua saída. Durante o jogo, um torcedor pulou a grade do setor Buenos Aires e chegou até a parte divisória com o terreno onde funcionava o colégio, próximo do setor onde ficam os dirigentes do clube durante as partidas. O torcedor foi logo contido por policiais militares.

Imediatamente, integrantes da torcida Os Fanáticos deixaram os seus lugares em direção às cadeiras onde normalmente fica a torcida Ultras do Atlético, no ponto mais próximo do "pombal". Ali permaneceram até o final do jogo, com gritos de "queremos jogador" e críticas à direção.

Protestos

Os protestos seguiram após o apito final. De acordo com relato das rádios CBN e Transamérica, cerca de cinqüenta pessoas se reuniram na saída dos vestiários, no estacionamento da Arena, para protestar contra a direção e os jogadores. Novamente, a Polícia Militar agiu e dispersou o grupo. "Houve um princípio de tumulto, mas a Polícia Militar agiu e graças a Deus não houve maiores problemas e transcorreu tudo normalmente", relatou o Capitão Renato, da PM, em entrevista à Rádio Transamérica.



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