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22 abr 2008 - 14h51

Rogerinho, o fato novo

O Atlético chegou às finais do campeonato estadual, onde é nosso lugar, o que já era esperado, apesar de algumas desconfianças, minhas inclusive, principalmente depois que o Fereira e o Claiton deixaram o grupo.

Mas hoje não vou ficar divagando em cima de quem já foi. Hoje só quero falar do time, não daquele que perdeu em Toledo, mas daquele que vai ganhar o campeonato paranaense em cima do segundo time do estado.

Entendo necessário que o Ney Franco reveja alguns conceitos no time, que vem encontrando grandes didifucldades nas últimas partidas. É hora de criar um fato novo, que modifique a forma de jogar, não só no aspecto tático, como principalmente no aspecto tecnico. Não podemos continuar jogando da mesma forma.

E a modificação que sugeriria neste momento é a entrada do meia atacante Rogerinho. Ele foi repatriado de Fortaleza porque vinha me parece, realizando um grande trabalho, jogando bem e vinha fazendo gols. Lembro, que nas vezes que teve oportunidades no time pricnipal, sempre mostrou grande potencial.

O Rogerinho é jovem, rápido e habilidoso, certamente é um jogador que poderá fazer diferença nas finais, notadamente no primeiro jogo, quando sabe-se que a coxarada deverá se atirar pra cima do Furacão. Como temos em regra uma boa retaguarda, precisamos de um contra ataque qualificado, rápido, de modo a pegar a defesa dos caras de calça curta. E velocidade-habilidade é um binômio que só Rogerinho tem no plantel atleticano.

Não creio que seja necessário entrar com o esquema 3-6-1, pois neste esquema, apenas com o Marcelo Ramos na frente, se ganhamos um maior volume no meio campo, por certo não teremos contra ataques. O Marcelo Ramos que não tem feito gols, não pode jogar isolado na frente. Precisamos de gols e estes tem sido escassos. É preciso um fato novo. E o fato é Rogerinho.

Vinicius; Rhodolfo, Antonio Carlos e Danilo; Nei, Valencia, Alan Bahia, Pimba e Netinho; Rogerinho e Marcelo Ramos. Basicamente é o time que vem jogando. A colocação de Rogerinho é o fato novo, o fator supresa, que poderá desequilibrar a nosso favor e decidir o título. É certo que não poderemos ficar no marasmo das últimas partidas. Precisamos verdadeiramente de um fato novo. Rogerinho é o fato, eu acredito.



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