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26 abr 2009 - 19h00

Reformulação do elenco: para ontem!

Pra mim, chega, hoje foi demais.

Fico pensando: pra quê mobilização? Pra quê o torcedor vai ficar pensando em fazer cartazes, em mandar carta pra jogador, em fazer bandeira? Pra quê ficar sofrendo todo esse tempo e ficar se matando pra conseguir uma folga pra ir no jogo?

Pra quê tudo isso se o que se vê em campo é uma extrema falta de respeito com a camisa rubro-negra, com essa camisa que eu e todo mundo aqui amamos?

Os três jogadores que foram substituídos no intervalo de hoje deviam ser dispensados hoje à noite. Não são dignos de vestir a camisa do Atlético, uma camisa que já foi usada por tanta gente boa, outros nem tanto, mas sempre com respeito.

Quando eu vejo um Júlio César, um Júlio dos Santos e um Netinho fazerem essa palhaçada que fizeram hoje, ou melhor, que não fizeram, já que se somar toda a movimentação desses três não deve dar um quilômetro, eu fico pensando o que se passa na cabeça de quem faz futebol no Atlético. Fico pensando se sabem que tiveram atleticanos trabalhando até ontem a noite e hoje de manhã pra mandar mensagens de incentivo pra que pelo menos tivéssemos um time honrado em campo.

Esse elenco é completamente contaminado desde o ano passado por panelas e lideranças negativas, coisa que não se desfaz se não cortar o mal pela raiz. O Atlético funciona no futebol como uma empresa mal administrada, onde o funcionário estabelece as regras, monta sua turma e toma conta da situação e o papel do patrão é administrar essas coisas.

Isso porque não existe nenhuma outra explicação para um jogador fraquíssimo, mal condicionado e sem vontade alguma como o Júlio César entrar em campo que não seja a sua amizade com as lideranças negativas do elenco.

Todo mundo viu o que aconteceu no ano passado. Um elenco rachado, contaminado, medíocre, empurrando o Atlético ladeira abaixo. Trouxeram o Geninho pra administrar esse grupo e o time conseguiu se reerguer, meio que no tranco e até vai ser campeão paranaense esse ano no próximo domingo para “calar a boca” de caras como eu e mostrar que são “homens honrados”, mas isso é muito pouco, porque administrar elenco é coisa que o Geninho faz até hoje, o que se comprova com as suas escalações.

Mandaram pra longe lideranças negativas como Alan Bahia e Danilo, mas isso é muito pouco, pois ainda temos Rafael Moura, Netinho e Antonio Carlos aqui. Que jogadores são esses? Um capitão inerte em campo. Um artilheiro que faz e fala um monte de bobagem e cobra apoio aos seus amigos dentro do elenco.

Já chega. Eu tinha a informação de bastidores que, ao final do ano passado, seria feita uma reformulação total desse elenco, mandando os cabeças do elenco embora. Não fizeram isso e o resultado hoje está aí.

Temos que aturar três estátuas em campo, pois foram assim que se comportaram os srs. Júlio César, Netinho e Júlio dos Santos em campo. Três jogadores que sequer suaram a camisa. Três caras que faltaram o respeito com a nossa camisa e que tinham que ser defenestrados daqui.

Não critico erros de cara que tenta alguma coisa. Galatto, tão idolotrado pelos amigos que chamam nosso goleiro reserva de Berg, foi terrível hoje, cometeu erros até piores que os do seu reserva no ano passado e nem por isso deixa de merecer minha gratidão por honrar a camisa que veste. Chico, Jairo, tantos outros de futebol limitado mas de cabeça erguida, não merecem ser xingados pela nossa torcida.

Agora, quem não honra o nosso manto, quem está aqui só comendo o dinheiro do Clube, tem que sair daqui e logo.

O Atlético precisa urgentemente de uma cultura nova. Precisa urgentemente valorizar quem valoriza o Clube e sua torcida e não valorizar um bando de zumbis em campo, que estão perdendo o jogo mais importante do ano e estão tentando toques de calcanhar, como o Sr. Rafael Moura.

Temos uma base forte. Precisamos de um líder e valorizar quem joga pelo Clube. Duas contratações mais a piazada, e um pouco de paciência da torcida pro Atlético poder começar novamente um projeto de um grande time.

Acordem, dirigentes.



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