26 set 2010 - 18h00

El Dinamita explodiu!

Um gol ao apagar das luzes de Guerrón fez com que o Atlético empatasse o jogo com o Botafogo neste domingo no Engenhão. Se não não foi suficiente para fazer o Furacão ultrapassar o adversário na classificação, o empate por 1 a 1 ao menos evitou uma derrota que seria injusta em função do futebol demonstrado pelo Rubro-Negro, principalmente na etapa final.

Os dois times tiveram pouco mais de 20 minutos para se estudarem. O jogo estava equilibrado quando o Botafogo conseguiu seu gol, em uma bobeira do sistema defensivo. Jobson levou a melhor sobre a zaga e acionou o ex-atleticano Edno, que chutou forte e abriu o marcador aos 22 minutos.

Logo após sofrer o gol, o Atlético acordou em campo, mas foi o time carioca que teve a chance de aumentar o placar. Lúcio Flávio entrou livre na área e preferiu passar a bola ao invés de chutar em gol. Por sorte, Marcelo Cordeiro não alcançou a bola e perdeu a chance de ampliar o marcador.

Pelos lados do Furacão, Branquinho teve uma oportunidade aos 30 minutos, mas perdeu a passada da bola e desperdiçou a chance. Logo em seguida, Maikon Leite chutou da entrada da área, mas a bola desviou na zaga e foi para escanteio.

A última oportunidade do Atlético no primeiro tempo saiu dos pés de Vitor. O volante chutou forte da intermediária e exigiu difícil defesa do goleiro Jefferson.

Gol no finalzinho de Guerrón

O técnico Paulo César Carpegiani voltou para a segunda etapa com duas alterações. Élder Granja e Paulo Baier entraram nos lugares de Wagner Diniz e Chico, respectivamente.

A primeira chance clara de gol no segundo tempo foi do time botafoguense, com uma cabeçada à queima roupa do volante Fahel. Neto fez uma grande defesa e mostrou aos cariocas por que foi convocado para a Seleção Brasileira. As mudanças feitas por Carpegiani fizeram o time Rubro-Negro criar mais. Faltava, porém, um jogador para acertar o arremate. Aos 15 minutos, o meia Branquinho entrou como quis na defesa do Botafogo, bateu cruzado, mas a bola foi para fora. Logo em seguida, Carpegiani fez a terceira substituição, tirando Maikon Leite e colocando Thiago Santos. Em menos de um minuto em campo, o atacante fez falta em Fábio Ferreira e tomou cartão amarelo.

Mas essa não foi a única “proeza” de Thiago Santos dentro de campo. Aos 24 minutos, ele recebeu excelente passe de Branquinho, mas chutou mascado e perdeu a melhor chance de gol do Furacão na partida.

O melhor jogador do Atlético era Branquinho. Em mais uma jogada do meia pela ponta-esquerda, a bola sobrou para Guerrón, que chutou fraco e para fora. Depois, Bruno Mineiro recebeu um lançamento na área e sofreu falta, mas o árbitro não marcou pênalti.

Mas Branquinho e o Atlético foram recompensados no apagar das luzes. O camisa 10 interceptou um passe no meio-campo e lançou Guerrón na ponta-direita. O equatoriano avançou, driblou o zagueiro Fábio Ferreira e chutou forte, entre o goleiro e a trave. O gol de empate foi o primeiro de Guerrón com a camisa rubro-negra. O Botagofo ainda teve uma ótima chance para vencer, mas parou no travessão do goleiro Neto.

Agora o Atlético vai se preparar para jogar na próxima quarta-feira, na Arena da Baixada, contra o Vitória, às 19h30.

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