24 nov 2012 - 18h21

O Furacão voltou!

O Atlético empatou com o Paraná Clube por 1 a 1 na tarde deste sábado, no Ecoestádio Janguito Malucelli, e comemorou o retorno à Série A do Campeonato Brasileiro. Com 71 pontos, 21 vitórias e 28 gols de saldo, o Furacão terminou em terceiro lugar da Série B e assegurou o acesso logo no ano seguinte após o rebaixamento. O Vitória ficou com a quarta vaga, e o São Caetano terminou em quinto lugar.

Mesmo com 95% de chances de terminar a competição no G4, o Atlético não quis dar chance para o azar e iniciou a partida pressionando o Paraná. Apoiado por mais de 6 mil torcedores, que enfrentaram uma forte chuva antes do início da partida, o Rubro-Negro dominou as ações e criou várias chances para abrir o marcador.

O goleiro Luís Carlos, do Paraná, mostrou qualidade ao defender os arremates de Elias e João Paulo logo nos primeiros minutos. Aos 7 minutos, Marcelo fez boa jogada pela direita e cruzou para Elias, que perdeu uma boa chance no centro da área. No minuto seguinte, Marcelo foi novamente à linha de fundo e cruzou para Marcão. O atacante bateu cruzado, mas Luís Carlos evitou o gol.

Com a pressão atleticana, o Paraná só conseguia pressionar nos contra-ataques. O volante João Paulo e o meia Elias dominavam as ações na meia-cancha e o Atlético tinha muito mais volume de jogo. Aos 29, Marcelo carregou da direita para o centro e bateu rasteiro. A bola explodiu na trave.

O gol atleticano estava maduro. Na cobrança de escanteio da direita, a bola sobrou nos pés do jovem zagueiro Cleberson, uma das reveleações do campeonato. Ele não desperdiçou a oportunidade marcou o gol do Atlético, para alegria dos torcedores presentes no Janguitão.

Aos 35, o Atlético quase chegou ao segundo gol com outro zagueiro. Manoel desviou um cruzamento de cabeça e obrigou Luís Carlos a fazer uma grande defesa.

Drama e festa

O Paraná voltou para o segundo tempo com Arthur em lugar de Wellington Silva. O atacante demonstrou mais poder ofensivo e o tricolor passou a criar mais chances ofensivas. Indeciso, o Atlético não tomou as rédeas da partida na etapa final e acabou sofrendo por isso. Aos 7 minutos, Lúcio Flávio cobrou falta da direita e o zagueiro Anderson desviou para empatar o jogo.

O Atlético sentiu o gol e caiu de produção. A partida ficou truncada e Ricardo Drubscky mandou Zezinho e Paulo Baier a campo. Enquanto isso, o Guarani empatava o jogo com o São Caetano por 1 a 1 e deixava a situação atleticana mais tranquila.

Deivid disputa lance com paranista, observado por Cleberson e Elias [foto: FURACAO.COM/Joka Madruga]


Com o passar do tempo, o Rubro-Negro equilibrou as ações. Aos 30 minutos, Marcelo foi lançado em profundidade, invadiu a área e foi derrubado por Alex Alves. Pênalti anotado para o Furacão, ao mesmo tempo em que a rádio anunciava o segundo gol do São Caetano. Para ficar tranquilo, o Furacão precisava converter a penalidade máxima.

Marcelo pegou a bola e foi para a cobrança, mesmo com Ricardo Drubscky tendo orientado Paulo Baier a assumir a tarefa. O jovem atacante bateu no travessão e desperdiçou a chance de colocar o Atlético novamente em vantagem no marcador.

Daí em diante, o jogo ficou dramático. A equipe ficou abatida com a perda do pênalti e o Paraná passou a explorar as jogadas principalmente pelo lado direito de seu ataque. Aos 35, em uma cobrança de falta de Paulo Baier, Manoel desviou de cabeça e o Atlético mandou outra bola na trave do Paraná.

Aos 44 e aos 45, o Paraná criou duas boas chances para marcar. Primeiro com Douglas Packer, que foi interceptado por Weverton. Depois em uma cobrança de escanteio, em que a bola foi cortada em cima da linha por Cleberson. Na sequência, Manoel tirou o perigo da área, empurrado pelos gritos de toda a torcida atleticana.

Nos acréscimos, o lateral-esquerda Pedro Botelho foi expulso após dar um carrinho na lateral do gramado. Welington cobrou a falta, mas Weverton fez a defesa e assegurou o empate. Aos 48, o árbitro apitou o final do jogo e a torcida atleticana comemorou o retorno à Série A do Campeonato Brasileiro.

Foi sofrido, foi suado, teve chuva, sol, suor e lágrimas. Mas o que valeu foi a conquista do retorno ao lugar de onde o Atlético nunca deveria ter saído: o Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão.

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