13 jul 2015 - 23h39

Em busca do camisa 10

Desde Pelé a camisa 10 se eternizou no futebol como a do jogador diferenciado, do craque, daquele que tinha algo a mais para dar ao time. O Brasil foi pródigo neste sentido, dando ao mundo verdadeiros artistas da bola como o Rei do Futebol, Rivelino, Gerson, Zico, Roberto Dinamite, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e hoje Neymar. Como qualquer clube o Atlético também teve diversos camisas 10 fora de série, mas este jogador diferenciado não está no clube este ano.

Desde a saída de Paulo Baier (que em sua última temporada no clube utilizou a camisa nº 30) mas atuava com um 10, o clube se ressente de um meia armador criativo, aquele que sabe cadenciar ou acelerar o jogo e que coloca os companheiros na cara do gol. Em 2014, na numeração fixa da Libertadores, o camisa 10 foi Fran Mérida, de apagada passagem pelo clube. No sub 23 o jovem Marcos Guilherme ostentou a 10 enquanto que desde o Brasileiro do ano passado coube a Bady a responsabilidade de utilizar a 10, sem entretanto o atleta nunca ter convencido a torcida com um futebol burocrático e sem grande talento.

Recente enquete da Furacao.com mostrou que o torcedor, diferentemente da diretoria, sabe exatamente o que o clube mais precisa: 82,2% dos participantes afirmaram que o clube necessita de um meia de criação, muito a frente da segunda opção (atacante) com 8,7% dos votos. O clube recém negociou Felipe com a Ponte Preta e especula-se que Bady siga o mesmo destino.

Mais do que nunca o clube precisa contratar um armador, o famoso camisa 10 que poderá ajudar o clube a dar a volta por cima e se reencontrar no campeonato, dado o Furacão ter feito somente 4 dos últimos 21 pontos disputados, campanha no período superior somente ao Avaí.



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