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11 out 2015 - 17h11

Walter e Cristóvão, os que poderão fazer a diferença?

Walter tem razão ao pronunciar que do jeito que está à situação está se complicando, e tem seus responsáveis por está situação. O demitido Milton Mendes que falou o que não se pode falar ao priorizar um campeonato em detrimento de outro, o outro é o MCP que faz tempo vem fazendo lambanças no CAP, e por fim vem alguns jogadores que deveria uns já estarem talvez no banco e outros já fora do clube, e a cereja do bolo para abrilhantar a desgraça atual do nosso futebol é o repatriamento de Pedro Oldoni ao clube, e a justificativa é mais absurda do que a volta deste jogador, “ele nos trouxe lucro”, mas e troféu? Trouxe algum para o clube,senhor Petraglia?

Só não fale dizer que consegui este ano o do Torneio da Morte, ou que Pedro Oldoni depois de uma estadia na Espanha aprendeu a jogar futebol? Se for isso, vamos torcer que Pedro Oldoni tenha aprendido a jogar futebol, porque o troféu do Torneio da Morte pode jogar no lixo.

Que droga é está, que sina a nossa, um grupo, uma temporada e uma visão de futebol “moderna” mal planejada, o resultado é brigar para não cair no final do campeonato.

E bem que dizia o saudoso Saldanha, “futebol é feijão com arroz”, tudo muito simples, mas bem planejado e os resultados serão sempre positivos.

E hoje a nossa salvação está nas mãos de um jogador (Walter) e do técnico (Cristóvão Borges) ambos protagonistas no Fluminense de uma discórdia e agora os salvadores da pátria rubro negra, que ironia está pregando o destino no CAP.

E o que nos resta a fazer é somente torcer, torcer e torcer.



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