13 out 2016 - 23h55

Atlético reclama de arbitragem e atendimento médico

Dois assuntos incomodaram bastante a equipe do Atlético após a derrota por 1 a 0, para o Grêmio, na Arena da Grêmio, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após a partida, a equipe do Furacão reclamou do desempenho do árbitro Pericles Bassols e depois Paulo Autuori ficou na bronca com o tratamento médico recebido pelo zagueiro Paulo André, que saiu lesionado, na segunda etapa da partida.

Ainda durante o jogo, o goleiro Weverton se mostrou bastante incomodado com a arbitragem. Durante a primeira etapa, o goleiro discutiu com Péricles Bassols e, no segundo tempo, foi amarelado pelo árbitro e seguiu reclamando. A partir desse momento, o goleiro passou a ser vaiado pela torcida gremista, mas negou que isso tenha o deixado nervoso.

"Não tenho que me preocupar com torcida, tenho que jogar futebol. Não vou me preocupar nunca. Eu trabalho e confio no meu trabalho. Outra coisa: eu estava nervoso com o árbitro, que fala uma coisa e faz outra. Nervoso com o time, que não jogou bem, não vamos ficar escondendo as coisas. Então, é isso.

Já Paulo Autuori, em entrevista coletiva, lembrou que o árbitro também apitou a derrota do Atlético contra o Santos, onde apitou um pênalti para o Peixe que abriu a derrota por 2 a 0, na 28ª rodada e voltou a reclamar do seu desempenho.

“Ele errou no pênalti do Santos, eu disse para ele, ele não concordou, tudo bem. O cara faz um jogo daquele e vem de novo apitar uma partida nossa fora? Falta bom senso na arbitragem. O Bassols tem nível intelectual e nível técnico para ser mais árbitro do que foi hoje”, questionou, sem citar algum lance especifico da arbitragem que o tenha desagradado hoje.

Outro ponto que desagradou a equipe do Atlético foi o tratamento recebido pelo zagueiro Paulo André, após lesão. O zagueiro atleticano saiu aos 17 minutos da segunda etapa, após dividida em que levou a pior em um disputa de cabeça, até ser substituído por Wanderson. O jogador teve de sair e procurar tratamento medico para avaliar o risco de sua lesão, mas foi obrigado a esperar até o fim da partida para ser encaminhado, o que indignou Autuori.

“Tomara que não ocorra nada com Paulo, nada mais grave… nem sei como ele está agora, não posso falar o que houve, mas se tem uma coisa dessa tem que levar o jogador para o hospital. Esse tempo de espera pode ser fatal para qualquer tipo de problema. Ele teve que esperar até o fim do jogo porque não tinha ambulância. Isso só pode ser um problema de falência do estado, na saúde e na segurança, um problema que atinge o meu estado, o Rio de Janeiro, assim como é um problema em todo o Brasil”, questionou.



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