23 fev 2017 - 19h43

Carlos Alberto define Grupo 4 como "grupo da vida"

O Grupo 4 da Libertadores, que conta com o Flamengo, o San Lorenzo, da Argentina, o Universidad Católica, do Chile, e, agora, o Furacão, foi considerado o "grupo da morte" pelos especialistas. O meia Carlos Alberto, porém, prefere chamá-lo de outra forma. Para o camisa 19, a chave 4 é a "da vida", pois apresenta clubes de referência, já que todos foram finalistas da competição – o Flamengo e o San Lorenzo, inclusive, levantaram a taça.

"Um grupo forte. Na verdade, é o grupo da vida, do bom futebol, de adversários de alto nível. Eu não vejo desta forma, vejo que temos muito trabalho pela frente. Acho que é o momento que todo jogador, toda comissão técnica, todo clube quer estar vivendo. Então, a gente batalhou muito nestes quatro jogos, nestas duas etapas para chegar na fase de grupos. Lógico que temos muitas coisas para melhorar, mas temos que estar feliz pelo nosso desempenho, porque realmente não foi fácil chegar neste objetivo", disse em entrevista ao canal Fox Sports, após a vitória por 1 a 0 sobre o Capiatá.

De acordo com Carlos Alberto, as duas fases eliminatórias que o Furacão já enfrentou, contra o Millonarios e Deportivo Capiatá, foram experiências que podem ser um diferencial, já que os outros times farão sua estreia na competição apenas nos grupos.

"Não só a gente, mas o Botafogo também. São duas equipes que já viveram o mata-mata. A gente já entra em uma fase de grupos, onde as outras equipes vão começar a buscar uma classificação para depois começar a passar por essas situações, que nós já vivemos. Então, na nossa memória, a gente já vai ter isso e quando formos viver isso de novo, nós já vamos ter uma experiência maior", finalizou o camisa 19.

O Furacão estreia na fase de grupos diante do Universidad Católica no dia 7 de março, às 21h, na Arena da Baixada.



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