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28 jul 2017 - 8h28

Tragédia anunciada!

Hoje é minha despedida deste espaço, pois não há sentido perder minutos do dia para manter as mesmas críticas toda vez. O sadomasoquismo tem limites, em relação ao Furacão hoje foi o limite.

Cada um de nós (à sua maneira), os torcedores que vão ao estádio, os que sofrem em silêncio, enfim… todos nós já percebemos a culpa do fracasso do time. Alguns pegam nos pés de individuais, outros da diretoria e treinadores, mas a verdade é que o responsável pela organização tática do time ainda não deu o braço a torcer. Parece que agora virou uma questão de ego. Este que escala quer mostrar que tem razão e todos os atleticanos estão errados… enquanto isso, o time sucumbe.

Vergonhosa a escalação do Sr. Fabiano Soares contra a Ponte Preta, achando que sem mudar as peças o resultado seria melhor. Depois teve que corrigir, sendo que havia 5 jogadores que poderiam sair (e da minha lista só o Nikão deveria ter começado o jogo) e as mexidas melhoraram o time. A torcida não deveria vaiar a mudança, pois o erro foi na ‘entrada’.

No banco tínhamos Wanderson (em melhor fase que Paulo André e o General), tínhamos Gedoz, Guilherme, Anjos, Eduardo da Silva, Ederson, Yago, Bruno Guimarães, Deivid e até o Cleberson. Ou seja, jogadores defensivamente melhores no momento (para evitar a m**** que vimos) e jogadores ofensivos infinitamente superiores aos escalados. Para um time que joga em casa, escalação catastrófica, esquema caótico, dando preferência a jogadores sem quaisquer possibilidade de criar fatos novos. Jogadores que são úteis em outros contextos.

Começar com General e Paulo André, Rossetto (que no momento tem que ser a última opção), Pablo, Douglas Coutinho e Nikão (que você analisa em 10 minutos de jogo se ele está em um dia bom ou não, quando não está precisa ser substituído sim).

Devido à teimosia, vimos um time totalmente nulo no ataque, sobrevivendo de bolas aéreas. E o castigo veio no segundo tempo, mesmo com a primeira tentativa de consertar a besteira do início. Mais uma vez, Rossetto entregou a bola e Thiago Heleno errou o tempo da bola.

O treinador mexeu mais duas vezes e o time melhorou. Porém tarde demais, já perdíamos o jogo. O pênalti cometido pelo Eduardo da Silva (que entrou muito bem, aliás) só serve para repararmos na insanidade do esquema. Ali poderia ter um lateral, um zagueiro ou, de preferência, o Rossetto, mas quem marcava era um jogador de ataque! Realmente ridículo.

Precisaríamos ter ganho os seis pontos, ganhamos apenas um ponto. Não vimos ainda nada do novo treinador (ainda é cedo para cornetar) no entanto, se não modificar esta situação sofreremos mais que deveríamos.

Nos anos que tínhamos elencos limitados, fazíamos campanhas surpreendentes. Hoje temos um elenco razoável, que se bem escalado poderia ir bem longe. Ou seja, temos material humano, porém os “jênios” da prancheta preferem a teoria. Aí estamos ferrados.

Vou aguardar o fato novo prometido pelo treinador em silêncio. Pois se a teimosia prevalecer, as críticas para os próximos jogos serão as mesmas, necessitando apenas alterar um ou outro nome. Repito, engulam a prancheta e o orgulho. E mudem este esquema antes que seja tarde demais…

Pablo e Coutinho só para jogos fora de casa e de preferência quando estivermos ganhando. Thiago Heleno e Paulo André juntos só em situação extrema. Rossetto só quando recuperar a confiança e isso só vai acontecer com ele no banco e entrando no decorrer de jogos, de preferência aqueles que o CAP esteja ganhando. Fora essas peças, chega de criação de volantes e zagueiros, chega de jogadores se comportando como estátuas.



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