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18 abr 2022 - 9h43

O tempo é o senhor do nosso destino este ano

Como no texto anterior eu citei que o maior problema do Fábio Carille iria enfrentar, não era o modo do grupo de jogar e nem de adaptação ao seu esquema tático, mas sim, o tempo. Foi o que nos pareceu neste dois últimos jogos, o da Libertadores e do Brasileirão.

Tempo este que foi desperdiçado no começo deste ano por dois motivos cruciais que hoje nos deixa na lanterna do Brasileirão.

O primeiro foi a manutenção do grupo de “aspirantes” que não resultou em nada este ano, que só resultou positivamente em 2019, e à conquista do título de 2020 do paranaense, porque foi colocado em campo o grupo “principal” e venceu o nosso “arquirrival” local. Fora disso, o rendimento sempre foram baixos e equivocados.

O segundo problema foi a manutenção de Alberto Valentim, que todos já viram que não iria mudar em nada o modo do CAP jogar, não ocorreu à evolução desejada e sim uma retração na evolução, ao ponto de levar um chocolate do São Paulo devido ao “esquema tático” do Alberto Valentim, não levar a nada. E foi preciso levar uma derrota vexatória para o Petráglia ver que errou, e errou feio este ano no “planejamento moderno” dele. Sugiro a ele que nos próximos anos deixe isso nas mãos de gente especializada no assunto e esqueça está forma de pensamento de colocar os “aspirantes” no paranaense e deixar o “principal” parado, sem jogar e sem aprimorar o entrosamento do grupo.

Os resultados estão aí. Jogamos duas partidas na Libertadores, que resultaram em um empate para um clube fraco da Venezuela, o Caracas, e um vitória magra e muito arriscada, por quase levar um gol de empate no finalzinho contra o The Strongest, na Baixada. E a coroação do equivocado planejamento, foi a goleado sofrida na estreia do Brasileirão para o São Paulo e ontem a derrota na Baixada por falha de entrosamento e tempo do jogo dos nosso jogador contra o Galo Mineiro.

Este é o problema, um planejamento tosco e apostaram todas as fichas nisso que não vem dando certo, um “técnico” que se apresentava como um Josep Guardiola, mas era pior que Givanildo e Fernando Diniz, que na minha opinião foram os piores que apareceram por aqui até a chegada do Valentim. E o grande mentor de todo este erro, nem posso culpar o Paulo Autuori e Ricardo Gomes, que eram os pilares que orientavam o “queridinho” do escolhido do Petraglia, mas, sim o próprio Petraglia, é o grande responsável por este medíocre início de temporada.

E o tempo joga contra nós, apesar de apresentar alguma “evolução”, os erros individuais foram primordial para a derrota contra o Atlético MG ontem, um erro que só podemos computar como falta de entrosamento dos jogadores e tempo de jogo. Se isso tivesse ocorrido no paranaense, estaríamos hoje melhor e quem sabe fora da zona de rebaixamento. Porque se fosse somente duas rodadas no Brasileirão, estaríamos rebaixados e na lanterninha.

Pense nisso Petraglia, o seu erro de planejamento, está nos levando ao fim do poço e vamos torcer para o Carille arrumar a casa o quanto antes, ou pelo menos corrigir os erros individuais e acertar o coletivo da equipe para sair o quanto antes desta incomoda situação. E nem vamos cobrar do Carille nada, porque ele tem o Flamengo pela frente e convenhamos que será uma missão impossível vencer os caras no Rio de Janeiro, fora o Libertad no Paraguai pela Libertados. Destes jogos só tenho a esperança de vitória em cima do Tocantinense e mesmo assim estou temerário. Afinal o tempo é o nosso maior adversário neste momento e tudo isso por culpa de um “visionário” que mais fala do que realiza.

Como antes, boa sorte Fábio Carille e espero que o tempo seja seu amigo e não inimigo.



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