11 jan 2023 - 12h04

….feliz Ano Novo!

O Athletico estreia na temporada 2023 neste sábado (14) na cidade de Paranaguá, onde enfrenta o Rio Branco pela primeira rodada do campeonato estadual. Na sequencia joga também fora de casa contra o Aruko de Maringá e faz dois jogos seguidos no Joaquim Américo, ambos com portões fechados devido a punição imposta pelas confusões entre as torcidas num dos Atletibas de 2022: Maringá e Foz do Iguaçu.

O que esperar do time este ano? Tendo em vista que houve a manutenção de praticamente todo o elenco titular de 2022 (o maior reforço nas palavras do coordenador técnico Felipão), o que não deu certo ano passado e deve ser evitado este ano? Até o momento o clube trouxe somente dois jogadores: a volta do experiente lateral direita Madson e a vinda da jovem promessa chilena Luciano Arriagada para o ataque. Pouco?

Madson teve boa passagem pelo clube em 2019. Foto: FURACAO.COM/Joka Madruga

Se tecnicamente se espera um time que seja mais intenso, que jogue um futebol menos reativo e procure mais o gol adversário e principalmente que se conserte o eterno problema na bola aérea defensiva, fora das quatro linhas há dois pontos que foram e são muito debatidos nos grupos de discussão de atleticanos e no Twitter. A insistência em um treinador mediano no início da temporada, esperando resultados ruins nas principais competições para somente depois acordar infelizmente tem sido recorrente e neste aspecto talvez o clube tenha começado mal. Nas palavras de torcedores, mais uma vez o Athletico recorre a aposta em um “estagiário” e as experiências neste sentido são maciçamente negativas.

De outro lado o tratamento com a torcida, com o associado que mesmo diante de tantas arbitrariedades se manteve fiel e não conseguiu nada do clube mesmo após atingir a meta de associações há tanto reivindicada. As constantes mudanças nos setores ondem fica a organizada do clube, as proibições ao bel prazer da direção só desgastaram esse estranho relacionamento de amor x raiva.

Na análise do colaborador Leandro Saboia o ano de 2023 deve ser de “retomada da hegemonia do Estado, ainda mais ao optar por utilizar o time principal no Rural. Tem que focar em manter a pegada e disputar CDB e Libertadores no mesmo nível, ou até mais alto, do que no ano passado.

Também não pode deixar de lado o Brasileiro em momento algum, pois a negligência no fim do ano passado quase nos custou a vaga na Libertadores deste ano. Tem que ser inteligente e se reforçar pontualmente e sem fechar as portas para o mercado.”

Por fim e fazendo eco a uma das críticas gerais apontadas, há de se valorizar mais a torcida, lançar uniforme novo (é a mesma coleção desde 2020) e se contratar um treinador mais capacitado e experiente.



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