O Athletico-PR fecha a primeira janela com cinco contratações, mas deixou lacunas no elenco. A diretoria até se movimentou, porém, não resolveu problemas que ela mesma apontou como prioridade. O resultado é um grupo curto, com posições sem reservas confiáveis e um Odair Hellmann que começa o ano pressionado mesmo sem as promessas cumpridas.
Odair não recebe reforços para enfrentar uma Série A
O clube buscava um ponta, um lateral-direito para ser reserva, um zagueiro com status de titular e um centroavante para ser a alternativa imediata de Viveros. Nada disso foi totalmente solucionado. Hoje, há titulares que simplesmente não têm substitutos à altura. Se houver suspensão ou lesão, há uma queda técnica inevitável — e isso pesa em um campeonato longo. Porém, o culpado apontado será o comandante.
Quem chega no Athletico-PR
As chegadas foram: o lateral-direito Gilberto, que teria vindo apenas para o Estadual; os volantes Portilla e Luiz Gustavo, ambos titulares e pedidos de Odair; Jadson, opção de banco solicitada pelo treinador; e o meia Alejandro García, tratado como oportunidade de mercado para o Estadual. São nomes pontuais, mas que não suprem todas as carências. Falta profundidade. Falta planejamento mais agressivo.

A culpa vai ser do técnico?
A justificativa da diretoria foi a de que o Athletico-PR já havia feito uma “janela de Série A” no meio do ano passado, ainda na Série B, e por isso limitou investimentos. Há uma janela extra aberta até 27 de março, restrita a atletas que disputaram os estaduais. Se a diretoria mantiver a postura passiva, a conta pode chegar cedo — e quem paga é o torcedor e o próprio Odair, que fica sem peças para reagir.

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