Novamente temos uma clara demonstração do corporativismo e da proteção da CBF, STJD e meios de comunicação a favor dos chamados “grandes” clubes de futebol.
Fosse em nosso estádio, um copo levado ao sabor do vento parar no gramado, às vistas de um de nossos excelentes e competentes árbritos, certamente teríamos isso relatado na súmula da partida e nosso amado Furacão seria punido com perda de mando de jogo (ou jogos).
Mas com o Flamengo, ah, com o Flamengo não.
Lá, “foram arremessados no campo uma latinha de cerveja e um morteiro na direção do trio de arbitragem” (Furacao.com – sexta-feira, 09 de novembro de 2007, 18h41).
Mesmo diante disso, sem nenhuma justificativa legal ou moral, é concedido efeito suspensivo, com o claro objetivo de favorecer o clube carioca na conquista de uma vaga na Libertadores.
É mais um exemplo de que justiça nesse país praticamente inexiste em qualquer que seja a esfera.
É mais um exemplo que ética e moral são palavras que constam apenas do dicionário do povo, mas que não existe em lugar algum nas bibliotecas desses assim chamados “magistrados”.
Aguardemos agora a redução da punição dos selvagens jogadores de outro “grande clube”, este vindo lá das bandas do Rio Grande do Sul.
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