Lembro-me com orgulho de tantos camisa 5 e 8 que tivemos que sempre soube que qualquer adversário temeria jogar na Baixada, pela pressão da torcida e de seu capitão influenciaria sobre a arbitragem. Hoje vejo um time sem liderança, vejo um Geninho gritando para todos esperando que uma alma pegue esses gritos e leve para todos os outros jogadores para tranqüilizar, equilibrar e, principalmente, levantar a moral após um chute errado, um passe mau distribuído, um furo de um zagueiro ou até mesmo uma falha de um goleiro, gostaria sim que tivéssemos novamente esse jogador que chegasse e não só coloca-se o manto com falasse para o Antonio Carlos, amigo, dê-me essa tarja.
Espero com MUITA esperança que, ao invés de contratarmos meia dúzia de cabeças de bagre, paguemos caro para trazermos um líder. Gostaria muito que esse líder se chamasse Claiton, pois ele viria não só por saudades do Brasil, mas também por saudades de uma nação que clama por liderança, liderança essa que perdemos ao vermos ir embora nosso saudoso presidente – não que eu seja contra a atual diretoria, longe disse, mas olhar para o Furacão é lembrar-se de MCP e olhar para MCP é lembrar-se do passado e presente e futuro atleticano.
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