A paciência acabou

A paciência acabou. O saco estourou, rompeu. Diretoria a coçá-lo sem se mexer. As piores palavras no tempo. Razão nenhuma. Faça-se fé.

Time? Que ‘ime’ o que! Isso de tímido aí não intimida nem anima viv’alma.

O pau sempre atirado pela torcida. Só gogó. Mas em campo tem que comer solto. Só que ali só os mandados, meias-bombas. Foi como ficamos de quatro da outra vez.

Futebol ínfimo. Fora dele assuntos demais.

O mesmo, o de sempre. Que ritmo sem mudança, que música, que dança?