Quando não tínhamos estádio e íamos felizes ao gelado e úmido Pinheirão, o time não tinha grana, não tinha grandes jogadores, mas quem jogava mostrava ‘raça’, ‘vontade’, mesmo com seus salários atrasados. Agora temos um belo estádio, uma torcida ainda mais fanática, um CT de primeiro mundo, salários em dia e os jogadores andam em campo.
Perguntas que eu me faço sempre que insisto em ver os jogos do Atlético: por que Márcio Azevedo não apóia mais como antes? Por que Valencia nunca mais foi o mesmo depois que voltou de contusão – ele está perdido, não desarma, não apóia, e antes ele corria por ele e por mais uns 3 jogadores? Por que não temos esquema tático? Por que ninguém acerta um chute ao gol e, quando acerta, é de chorar, tamanha a força que a bola chega aos braços do goleiro adversário? E finalmente: por que a direção do Atlético assiste a tudo ‘inerte’? Nunca deixarei de torcer pelo amado Furacão, esteja ele em que divisão for, mas é triste um time largado em campo, um bando sem a menor vontade de vencer!
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