Só há duas maneiras de se fazer futebol responsável:
Ou você tem muito dinheiro em caixa, com uma grande receita de sócios/patrocinadores, como o Inter-RS e São Paulo, ou você contrata muito bem e revela jovens talentos, como fez o Avaí.
No segundo caso, além de competência e bons olheiros, é preciso de um pouco de sorte para que as peças se encaixem e formem um time forte.
Fora disso ou você faz parcerias com exploradores do talento alheio (leia-se Traffic) e meio que vende a alma para o diabo, arriscando um desmonte quando convier ao dito ‘parceiro’ (que visa apenas o lucro rápido), arriscando, assim, uma temporada na segundona, como o Curintia e o Palmeiras, ou você ousa, dá um peitaço, como fez o Flamengo, ignora as dívidas e traz jogadores consagrados. Às vezes funciona, mas é arriscado.
Traduzindo para o nosso Atlético:
Ou contratamos jovens talentosos (jovens, veja bem);
Ou revelamos outros talentos, como Raul e Manoel;
Ou ainda, ousamos um pouco, contratamos bem, revelamos alguns jogadores e contratamos um ou outro jogador de peso para qualificar o grupo.
Além disso precisamos parar de choramingar e trabalhar, buscar recursos através de marketing para aumentar nosso caixa, criar novas categorias de sócios, etc.
Se apenas chorar resolvesse alguma coisa, haveria um time verde que ficaria milionário este ano…
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