Meu amor pelo Furacão começou quando eu era bem pequeno, 1 ou 2 anos de vida. Minha avó paterna era louca pelo Atlético, guardava recortes de jornal, pôsters de campeão, faixa de campeão de 82, bi de 83. Lembro muito dela quando já bem velhinha, em 88 e 89, que chegava a tremer ao ouvir o Furacão jogando, fazia simpatias e tudo mais. Meu amor pelo Furacão posso dizer que foi genético, herança de vó. Sou rubro-negro desde 1979, ano que nasci, amo este clube, assim como amava muito minha vó (saudades), ainda bem que ela me deixou esta bela herança.
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