Sobre o artigo do Jairo rosa, ‘Encruzilhada’, publicado em 13/02, gostaria de comentar:
A Lei Pelé transformou os atuais jogadores em verdadeiros escravos: outro patamar, outras proporções, mas escravos.
Não têm e não podem ter vontade própria
Seus donos, os ‘procuradores’, ‘agentes’ ou coisa que o valha, são ávidos para expo-los em praça pública, deixar avaliar seus dentes e vendê-los.
Dentre esta nefasta categoria, tem até pai vendendo filho, quem sabe (o pai) pensando em amansar sua vida.
Recentemente, o agente do jogador Petrus quase entrou em luta corporal com o gerente de futebol do Corinthians porque o treinador não escalava seu ‘pupilo’. Ele esperava uma melhor exposição do jogador para melhor negociá-lo no exterior.
Pessoalmente, eu duvido que o Manoel, sem a influência de seu ‘dono’, quisesse sair para ser reserva num clube brasileiro que nem estádio tem.
Assim como ele, outros saíram mais por influência e decisões de seus ‘donos’ do que por vontade própria.
Esse bando de parasitas que orbitam em torno dos clubes nunca buscam uma negociação sensata, boa para o jogador e para o clube..
Querem apenas grandes e imediatos lucros nas vendas de seus ‘escravos’.
Assim, analisar uma gestão de qualquer diretoria de clube sem levar em conta a ação dos traficantes, digo, dos ‘agentes’ nunca será uma análise completa e imparcial.
Tomara que a FIFA seja rigorosa em sua determinação de não mais permitir o ‘fatiamento’ dos jogadores e que os clubes brasileiros tenham decência para não permitir que se ache um ‘jeitinho’ para que as coisas continuem como estão.
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