A casa da sogra

Depois de Irênio, Matheus e Bambu, o Atlético reafirma sua fidelidade ao princípio “tudo pelo social” e tira mais um brasileiro da fila do desemprego, Erivelton.

Enquanto isso, Ney Franco, cada dia mais Vadão, ignora o desempenho do time
(conseguiu levar um nó do preparador físico do Beltrão) e se mantém fiel a seus cupinchas, como Michel e o próprio Irênio.

Pelo jeito, essa modalidade de sócio a cinqüentão ainda vai sair muito cara.