Acompanhamento crítico

Lembro-me bem quando Bob Fernandes foi anunciado como técnico do nosso amado Furacão. Fui até a comunidade do Atlético no Orkut e postei curta e grossamente: sinto cheiro de Givanildo!

Para minha infelicidade tal fato se confirmou, o time continuou nos proporcionando grandes fiascos.

Eis que, após a ressaca pós-título estadual vivida por todos nós (inclusive Geninho), o nome de Waldemar Lemos vêm à tona, e mais uma vez fui correndo postar no Orkut a mesma observação: sinto cheiro de Givanildo.

Foi logo após isso que parei para pensar: nem sei quem é ele, como posso julgar assim?

Creio que eu e muitos atleticanos estamos calejados, e o pior, estamos sempre achando que as coisas vão dar errado, estamos sempre pensando em ficar na primeira divisão e nunca em vencê-la.

Nossa fé se apequenou.

Nosso time se apequenou.

Nosso clube se apequenou.

E nem o grande patrimônio do Furacão está mudando isso.

Particularmente não acredito que Waldemar Lemos seja o homem que nos levará para os postos mais altos das tabelas de qualquer coisa, mas nem por isso vamos atirar-lhe pedras, vamos esperar e acompanhar seu trabalho, com olhos críticos mas não inquisidores.

Que esse passo seja o primeiro de uma nova caminhada, uma caçada ao Furacão perdido!