Em 13 de janeiro último, nesse espaço, grafei: ‘Se a torcida fosse ouvida, se levasse em conta a real necessidade do Clube, se atinasse para o aspecto financeiro e econômico… a decissão teria sido Vila Capanema’.
E continuei o texto neste sentido, advertindo e enfatizando quão insanas as peripécias petralheiras na definição do estádio para jogarmos.
Agora, passado pouco mais de mês, finalmente a decisão pelo Durival de Britto.
Nesse ínterim, humilhantes reveses na Justiça Desportiva e na Justiça Estadual (1a. e 2a. instâncias), acidente fatal com torcedor, tumulto no trânsito com desgaste para a imagem do Clube, interferência do Ministério Público Estadual e do MP da Defesa do Consumidor, da Polícia Rodoviária, da Secretaria de Segurança… e por fim a interdição do Ecoestádio.
Agora, finalmente, lá vai o Clube para o Durival de Britto, mas não em face de um pacto entre dirigentes lúcidos e no interesse recíproco das partes. Lá vai como refém, arquejando-se às exigências de um moribundo.
Triste sina! Mas para os marionetes idólatras nada há que uma macarronada com frango na Sociedade Morguenau não console.
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