Após o jogo desta quinta-feira (8), contra a Chapecoense, é claro que o setor defensivo do Athletico-PR vive um momento delicado. Entre os zagueiros efetivamente testados na temporada, nenhum transmite plena segurança.
Léo é o mais utilizado, mas a irregularidade em jogos decisivos e dificuldades no jogo aéreo comprometem muito a atuação dele. Habraão, apesar dos cortes e interpretações, pode definir partidas com erros evitáveis e decisões erradas. Tobias Figueiredo, por sua vez, teve uma queda de rendimento absurda e já não sustenta sequer a permanência no clube a ponto de ser reserva na Série B. Já Lucas Belezi, tecnicamente abaixo dos demais, acumula falhas que faz o torcedor questionar em qual patamar o Athletico-PR está.

Athletico-PR precisa olhar para zagueiros da base
Maurício Barbieri, em quatro meses de trabalho, preferiu insistir nos mesmos nomes e sequer testou talentos do Sub-20, como Marcão, para saber se ele dá conta da Série B enquanto o time jogava o Paranaense. Agora, João Correia tem essa responsabilidade “na fogueira”, apesar de valorizar as categorias de base e ser técnico do Sub-20. Assim, urgentemente, Arthur Dias deve ser testado no lugar de qualquer outro zagueiro titular da temporada.

Marcos André, o Marcão, apesar de ficar no banco no Estadual e treinar com o time principal, é muito conhecido por João Correia na base, é o melhor para dizer se o Piá do Caju está preparado ou não. Ambos podem ser soluções prontas, a curto prazo, mas ainda não foram testados para ter certeza que sim ou não. Se a ideia é montar uma equipe para disputar o acesso, é hora de o Athletico-PR rever suas opções na zaga, pois o tempo da segunda chance já passou.

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