Descobrir a pólvora

Caríssimos atleticanos,

Com o reconhecimento recente das virtudes dos nossos colombianos, a mídia do “eixo” bota as manguinhas de fora e procura capitalizar para os clubes de lá a inciativa de buscar as revelações Sul-americanas. Nada mais falso.

É preciso “dar a Cesar o que é de Cesar”, e, nessa causa lembro-me perfeitamente que a dupla Grenal, dada a geografia riograndense, foi pioneira na “importação” de valores uruguaios e argentinos; veja bem – algumas revelações; já os do eixo, compravam jogadores formados e de algum “nome” no cenário futebolístico.

Fora do mercado do Uruguai e Argentina, nos casos que citei no parágrafo anterior, creio firmemente que o Atlético foi pioneiro na prospecção de negócios, principalmente na emergente Colômbia. Um mercado atrativo, a preços razoáveis.

Entendo que entre erros e acertos, a diretoria atleticana se mantém com amplo crédito nos acertos, sendo por vezes traída pelas comissões técnicas que não sabem ou não querem utilizar de forma adequada o material humano disponível e a prova desta afirmativa se encontra, justamente, nos colombianos que aí estavam durante a triste passagem de Co-Vadão e o Delegado, além, é claro, de Netinho e Rhodolfo.

Saudações rubro-negras.