Está difícil!

A situação está cada vez mais complicada no CT do Caju. Iremos jogar contra o Paranavaí e sem um único atacante de ofício em campo. Pois os que não estão no DM, estão suspensos. Olha que faz muito tempo que não vejo o clube com uma uruca deste tamanho nos assolando.

Mas este não é o assunto principal. Eu há poucos dias li neste espaço democrático o comentário que o problema do clube é a quantidade excessiva de jogadores que estão por empréstimos no clube. E fui para casa com este pensamento. Chegando a casa fui para o quarto e refleti muito sobre o assunto para chegar à conclusão do autor do comentário.

E concordo com ele. Pois jogador que está emprestado, sabe que irá voltar para o clube de origem e para ele, tanto faz como tanto fez, jogar bem ou mal pelo Clube Atlético Paranaense. Não é time onde ele mantém um contrato e assim no pensamento deles, o negócio é jogar sem comprometer a condição física. Não farei citação de ninguém, pois sei que todos conhecem os jogadores peso mortos no time que apareceram como estrelas e viraram um calo no sapato atleticano.

O que foi escrito em texto anterior como sendo correta a compra e não empréstimos de jogadores. É definição correta para a correção do problema do Clube neste ano de 2011. Enquanto mantermos estas figuras que vieram por empréstimos, não iremos a lugar algum a não ser amargar vexames atrás de vexames. Pois a teoria do senhor Valmor Zirmmeman, do “custo zero”, é de um grave erro. Pois o “custo zero” não existe, sempre tem algum custo. E nestes casos é um título estadual em 2011 e este sobe e desce de produtividade da equipe.

E não é mudando de técnico que isso irá ocorrer. Já passou o Sérgio Soares, Geninho e atualmente temos o Adilson Batista e estamos no mesmo ritmo em campo. Jogadores indisciplinados que não obedecem as orientações do técnico e outros que ficam de firula e não complementam as jogadas.

Portanto se a intenção real de renovação existir. Não será mantendo estes jogadores que vieram por empréstimos ao Clube e sim contratando jogadores que virão pela aquisição de seus direitos e com a qualidade técnica indiscutível.
Fora deste patamar é ficar na mesma ou como se diz no refrão popular “é ficar chovendo no molhado ou dando murro em ponta de faca”.

Mudem, mas com inteligência. Pois “custo zero” é uma utopia.