Realmente não dá para entender. Nos três resultados medíocres que tivemos, o nosso maestro estava no banco. Agora, com a água no pescoço, o professor resolve iniciar a partida com Paulo Baier jogando (tenho minhas dúvidas se o maestro foi escalado por vontade de Drubscky, ou se foi uma imposição da diretoria).
Está claro que,mesmo sem o vigor da sua juventude, o maestro é disparado o melhor jogador do time. Então, ele tem que entrar jogando e ser substituído quando cansar, e não o contrário.
Além de ser o melhor, só a sua presença em campo faz com que a molecada assuma uma postura de raça, como foi hoje em Campinas, e a vitória vem por consequência.
Assim que o jogo acabou, Paulo Baier correu para dar um abraço no Weverton. Depois disso, todos os outros jogadores foram abraçar o goleiro. Isso chama-se liderança e é disso que o Atlético precisa.
Então, se Drubscky deixa Paulo Baier no banco é porque ele é louco, ou é burro mesmo.
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