Ao saber da saída de Alex Mineiro do meu Furacão, confesso que não fiquei tão triste. Foi uma retirada elegante, ao natural, de um atleta que tem tanto com a torcida como com a diretoria, uma relação estreita e amigável.
Ídolo maior da mais importante conquista do Atlético, Alex mostrou-se homem ao admitir que muda de equipe por uma oferta que em muito supera a rubro-negra, porém sai deixando admiradores de um trabalho que se não interrompido, teria resultado em uma Chuteira de Ouro e algumas posições a mais na tabela de classificação.
Como comparar um Alex Mineiro a um Aloísio, a um Dagoberto? Sem comparações, estes dois que estiveram nos braços da massa rubro-negra, hoje vejo que nunca foram ídolos de verdade. ídolo é aquele que demonstra amor ao clube, dedica-se a ele e veste a camisa que optou por ser sua segunda pele ao assinar um contrato. O ídolo honra seu compromisso, sua palavra, buscando retribuir o amor da torcida com gols, jogadas de efeito ou a tão famosa e respeitada raça.
Isso, Alex, você já nos mostrou inúmeras vezes, já nos correspondeu com futebol e caráter, e é por isso que como diz o grande Augusto Mafuz, aqui no Atlético você já é Lenda.
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