Uma das mais destacadas virtudes de MCP é o dom da palavra. Sem sombra de dúvidas o homem é bom no discurso. Tão bom que consegue influenciar muitos torcedores a enaltecê-lo como um verdadeiro Deus. Consegue também fazer com que os incautos acreditem fielmente em suas palavras.
Com frases de efeito, promessas mirabolantes e toda sorte de citações inatingíveis, MCP teve por intenção corrigir a catastrófica entrevista do Presidente Fleury e ofuscar o óbvio.
Na essência, traçou comparativo entre as gestões passadas e (como sempre) fez promessas para o futuro. Nada mais.
Sobre o presente, desdenhou. Chamou a crise de pseudo-crise e afirmou que no futebol, nem sempre o melhor ganha (?). Afirmou que está dono, mas não é dono (sic). E que a atual situação do time não representa muita coisa, afinal o Coxa e o Paraná são clubes piores…
Ora, caros atleticanos, maquiavelicamente MCP traçou um paralelo entre o Atlético e clubes notadamente inferiores. Em suma: comparou a catástrofe com a calamidade, comparou o feio com o horrível…
Claramente sua intenção foi esconder a medonha situação do Atlético não utilizando critérios racionais de comparação! Por que será que não utilizou neste comparativo o São Paulo, Botafogo e o Internacional? Clubes que efetivamente devem ser parâmetros de comparação!
Parafraseando outro leitor: o pior cego é aquele que não quer ver…
Saudações rubro-negras
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