Sílvio Luiz, narrador da Rede Bandeirantes, criou jargões inesquecíveis. Quem não se lembra dos “Nu paúúúúú” ou “Pelas barrrrbasss do profeta…”. Pois é, uma dessas frases inesquecíveis deram título a esse texto.
Meus irmãos, Lucas e Pedro, além de meus alunos, são, antes de tudo, atleticanos. Claiton representava para eles um início de adoração a um jogador de futebol limitado e raçudo. Daquela adoração que tínhamos por Cocito, por exemplo. São caras assim que fazem a gurizada ter amor por um time. Mas agora, com a negociação quase fechada, percebemos que o Oscar de melhor ator deveria ter vindo para Claiton no papel de “O Predador”. Só não veio pois este filme foi um curta metragem.
Claiton, o que eu vou dizer lá em casa?
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