Preá ou bode?

Amigos,

Prometi que fiz um grande esforço para não voltar a falar de política aqui neste espaço.

Mas não é possível que ainda tenha gente que fica quietinha, mansinha, esperando nosso primeiro tropeço no campeonato (como de fato ocorreu, na primeira rodada) para vomitar seu vocabulário de rancor e ódio e ressuscitar velhos fantasmas justamente em um momento em que o clube começa sua caminhada no nacional.

Quem gosta de cadáver é urubu, ou seria abutre, os famosos ‘abutres do catastrofismo’?

A moda agora dessa gente é eleger o Preá como bode expiatório. Sim, senhores, assim como o PC Farias foi a figura central do escândalo da era Collor, o Dunga ’emprestou’ seu nome à campanha desastrosa da Seleção na Copa de 90, agora os abutres de plantão alçaram o nome do pobre Preá para ilustrar um suposto fracasso da atual administração (e consequentemente, da equipe dentro de campo), que ainda nem se sabe se acontecerá, afinal, estamos ainda na segunda rodada!! Preá, o bode da vez!!

O que claramente se percebe é que os abutres e urubus, em verdade, já têm os textos prontos, apenas esperando o momento oportuno para tentar jogar m… no ventilador, inclusive com detalhes de negociações e conversas de bastidores, o que demonstra também que estão bem instruídos por terceiros interessados em um fracasso (serpentes pra lá de venenosas), mostrando a todos nós que, assim como um político falou esses dias, estão ‘pouco se lixando’ para o Atlético. Não torcem para o Atlético, torcem para pessoas. E tudo que aos olhos dessas pessoas não soa bem, como a torcida organizada, não presta também para as aves comedoras de cadáveres.

E agora, após a partida de ontem onde claramente fomos ‘garfados’ – a mando da quadrilha que leva o nome daquele simpático personagem da Disney, que saltita alegre pelas florestas -, onde o time mostrou que não é aquele lixo que tentam pintar, os abutres deixarão seus textos salvos na pasta ‘rascunhos’ esperando ansiosamente pelo nosso novo tropeço, para atacar novamente, assim como fizeram após o jogo do título, no qual torceram ansiosamente para que perdêssemos a taça, mas deram com os burros n’água.

O Preá pode ter sido um equívoco sim, uma aposta que não deu certo, como não deram tantas outras, equivocadíssimas, como foi principalmente nos últimos três anos (e sem título algum, lembram?). Poderíamos ficar aqui divagando em quanto se gastou para trazer o Tavares, o Cleverson, o Simão, o Navarro Montoya, o Lothar Matthäus e tantos outros, bem como o retorno que essas pessoas deram para o clube.

Ou podíamos ficar aqui questionando como, mesmo após termos tomado uma rasteira dos cervídeos acima referidos na final da Libertadores de 2005, ainda assim foram fazer negócio com eles (ou ‘elas’?), emprestando o Aloísio com a garantia de que seria devolvido após o Mundial de clubes.

E agora eles vêm nos falar em micos, negócios ilícitos, rendição ao inimigo?

Contem outra, isso é conversa pra boi dormir. Vão chorar as mágoas por ex-dirigentes, pelo Danilo, que não queria mais nada com nada por aqui e podia ir até mesmo de graça, pelo Mário Sérgio (que também nos remete a outro personagem da Disney…) em outro lugar.

Espero e torço muito para que neste ano o Furacão cale a boca dessa gente inconveniente e oportunista, até porque como diz a bela música: “Nesta campanha estarei SEMPRE contigo…”. Criticar de forma justa e cobrar, sim, atrapalhar e torcer pelo fracasso, jamais!

‘Sempre’, abutres, não é agora, ou quando convém, SEMPRE é SEMPRE, faça chuva ou faça sol, calor ou frio, seja com MCP, seja com MM, seja com leões, seja com micos, eu estarei sempre contigo FURACÃO!

Por fim, após falar em preás, bodes, abutres, urubus, burros, veados, serpentes, bois, leões e micos, não poderia deixar de fazer a minha menção aos suínos, que neste final de semana tomaram uma aula de bola comandada pela mais nova ‘revelação’ do futebol brasileiro, o Marcelinho Carioca!

Aliás, os abutres de plantão andam tão chatos e repetitivos ultimamente que deveriam torcer para o time ‘deles’, e ficarem reclamando e babando no banco da praça Dezenove, enquanto jogam milho aos pombos.

O Atlético nos une, a união nos fortalece.