Difícil explicar um sentimento que não tem tamanho, que transpõe a razão, que sufoca o peito e faz pulsar o coração!
É assim que começa minha história de amor, quando aos 5 anos decidi contrariar meus pais coxas-brancas e me abraçar às cores rubro-negras que tanto trouxe a inda nos traz felicidade. Lembro-me com emoção da primeira vez que pus meus pés na velha Baixada, num Atlético x Matsubara, já com 9 anos, num jogo que ganhamos por 3 a 0.
Nesse mesmo ano, fui levado para um Atletiba no Couto por um parente coxa-branca, e por mais que me tenha doído ter ficado na torcida verde, minha felicidade foi maior ao ver meu Furacão ganhar aquele jogo emociante e ver o silêncio tomar conta onde eu estava.
Hoje, levo minha filha Luana a todos os jogos; Vibramos e sofremos, cantamos e nos emocionamos a cada gol, a cada vitória conquistada, a cada título conquistado, porém saímos de cada jogo com uma certeza: Morreremos torcendo pelo nosso Atlético!
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